O termo “reforma” tem sido evitado por muitos, exatamente por fazer
lembrar de movimentos ou pessoas extremistas que causaram prejuízos à
compreensão da graça maravilhosa de Cristo. Assim, milhares foram
conduzidos ao legalismo e, como conseqüência, uma vida triste e
espiritualmente fracassada.
Hoje, parece que algo diferente está acontecendo. Estamos ouvindo a
palavra “reforma” sendo anunciada como um “apelo urgente” pela própria
igreja. Mas estamos realmente necessitando de reforma? E, qual o
significado desta reforma?
Ao longo da história bíblica encontramos todos os profetas de Deus
pedindo reformas para o povo de Deus, ou seja, eles pediam mudança de
hábitos, práticas, ideias e teorias.
Sabemos que Deus tem um plano para cada área da vida humana. Sendo
assim, podemos fazer uma profunda avaliação para verificarmos se estamos
dentro do plano de Deus para cada área da nossa vida ou não. Observe de
forma rápida as principais áreas da vida humana e o plano de Deus:
1. Área espiritual – a Palavra de Deus na mente e no coração;
2. Área física – os oito remédios da natureza;
3. Área financeira – a proposta de fidelidade e gratidão (dízimos e ofertas);
4. Área social – o plano de desenvolvimento e crescimento integral;
5. Área emocional – a Lei Moral de Deus;
6. Área mental – a preservação da mente pela vigilância dos cinco sentidos;
7. Área laboral – a convocação para o serviço e missão de Cristo.
Isaías, um dos grandes profetas reformadores, fez o seguinte apelo ao
povo: “Ai dos filhos rebeldes, diz o SENHOR, que executam planos que
não procedem de mim e fazem aliança sem a minha aprovação, para
acrescentarem pecado sobre pecado! Que descem ao Egito sem me consultar,
buscando refúgio em Faraó e abrigo, à sombra do Egito! Mas o refúgio de
Faraó se vos tornará em vergonha, e o abrigo na sombra do Egito, em
confusão. Porque os príncipes de Judá já estão em Zoã, e os seus
embaixadores já chegaram a Hanes. Todos se envergonharão de um povo que
de nada lhes valerá, não servirá nem de ajuda nem de proveito, porém de
vergonha e de opróbrio” (Isaías 30:1-5).
O profeta revela a condição de rebeldia do povo e apresenta suas atitudes:
1. Executam planos que não são de Deus;
2. Fazem acordos sem a aprovação do Senhor;
3. Pedem conselhos para os egípcios;
4. Buscam a proteção e abrigo dos egípcios.
Em seguida, ele apresenta as consequências de preferir os conselhos e planos do Egito:
1. Ai dos filhos rebeldes, o refúgio do Egito se tornará em vergonha;
2. O abrigo se tornará em confusão;
3. Todos serão envergonhados.
Parece-me que o problema de Israel e sua realidade se assemelham ao
nosso. Necessitamos de mudanças urgentes para vivermos também a
experiência de renovação da vida espiritual, um avivamento das
faculdades da mente e do coração e uma ressurreição da morte espiritual.
Contudo, “a reforma não trará o bom fruto da justiça a menos que seja
ligada com o reavivamento do Espírito. Reavivamento e reforma devem
efetuar a obra que lhes é designada, e no realizá-la, precisam
fundir-se” .
O Espírito Santo é o único que pode nos conduzir às mudanças
necessárias em nossa vida para que, finalmente, como igreja, estejamos
com os pés e o coração dentro do grande plano de redenção de Deus. Sendo
assim, clamemos juntos pelo derramamento do Espírito sobre cada um de
nós para termos poder para vivermos a tão urgente experiência de
reavivamento e reforma.
terça-feira, novembro 27, 2012
A luta é espiritual....
A Luta
é espiritual
Ef 6.12 - “Pois não temos que lutar contra a carne e o sangue, e, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os poderes deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais da maldade nas regiões celestes.”
Lc 4.18 - “O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista ao cegos, para pôr em liberdade os oprimidos.”
Cl 1.13-14 - “Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu Amor, no qual temos a redenção, a remissão dos pecados.”
Mt 16.18b - “...as portas do inferno não prevalecerão contra a igreja.”
Aquele que não se prepara é como o rei descrito por Jesus em Lucas
Lc 14.31-32 - “Ou qual é o rei que, indo para combater outro rei, não se assenta primeiro para calcular se com dez mil homens poderá enfrentar o que vem contra ele com vinte mil? Caso contrário, estando o outro ainda longe, envia-lhe uma embaixada, pedindo condições de paz.”
– A nossa batalha é nas regiões celestes
Precisamos conhecer os lugares desta batalha, e onde nos encontramos:
Paulo define que é nas regiões celeste que se desenvolve esta guerra.
Vejamos:
O lugar onde Deus está:
Ef 1.3 - “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo.”
O lugar onde Jesus, depois de ressuscitado está:
Ef 1.20 - “o qual exerceu ele em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos e fazendo-o sentar à sua direita nos lugares celestes.”
O lugar daqueles que aceitaram a Jesus como salvador, é o lugar da igreja:
Ef 2.4-6 - “Mas Deus sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e, estando mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, - pela graça sois salvos, e, juntamente, com ele, nos ressuscitou e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus.”
Ef 6.12 - “Pois não temos que lutar contra a carne e o sangue, e, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os poderes deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais da maldade nas regiões celestes.”
Lc 4.18 - “O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista ao cegos, para pôr em liberdade os oprimidos.”
Cl 1.13-14 - “Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu Amor, no qual temos a redenção, a remissão dos pecados.”
Mt 16.18b - “...as portas do inferno não prevalecerão contra a igreja.”
Aquele que não se prepara é como o rei descrito por Jesus em Lucas
Lc 14.31-32 - “Ou qual é o rei que, indo para combater outro rei, não se assenta primeiro para calcular se com dez mil homens poderá enfrentar o que vem contra ele com vinte mil? Caso contrário, estando o outro ainda longe, envia-lhe uma embaixada, pedindo condições de paz.”
– A nossa batalha é nas regiões celestes
Precisamos conhecer os lugares desta batalha, e onde nos encontramos:
Paulo define que é nas regiões celeste que se desenvolve esta guerra.
Vejamos:
O lugar onde Deus está:
Ef 1.3 - “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo.”
O lugar onde Jesus, depois de ressuscitado está:
Ef 1.20 - “o qual exerceu ele em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos e fazendo-o sentar à sua direita nos lugares celestes.”
O lugar daqueles que aceitaram a Jesus como salvador, é o lugar da igreja:
Ef 2.4-6 - “Mas Deus sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e, estando mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, - pela graça sois salvos, e, juntamente, com ele, nos ressuscitou e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus.”
O lugar dos principados e
potestades do império das
trevas:
Ef 3.10 - “para que, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus se torne conhecida, agora, dos principados e potestades nos lugares celestiais.”
Ef 3.10 - “para que, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus se torne conhecida, agora, dos principados e potestades nos lugares celestiais.”
O lugar da guerra:
Ef 6.12 - “Pois não temos que lutar contra a carne e o sangue, e, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os poderes deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais da maldade nas regiões celestes.”
Ef 6.12 - “Pois não temos que lutar contra a carne e o sangue, e, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os poderes deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais da maldade nas regiões celestes.”
A chave é a oração:
Ef 6.18 - “com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos.”
Só há uma maneira para entrarmos nas regiões celeste para guerrearmos: é a oração.
A oração é o combustível que move os anjos do Senhor. A oração move o braço de Deus em favor da pessoas pelas quais estamos intercedendo para serem salvas.
Exemplos bíblicos de guerra espiritual:
Daniel – Dn 10.1-3, 13
Jesus – Lc 4.1-2
Paulo – At 16.16-18 e
19.1-20
Os grandes avivamentos só acontecem como resultado das orações do povo de Deus.
– As nossas armas de guerra
a – Arma de defesa – O sangue de Jesus – Hb 9.18-22; Ex 12.23; I Jo 1.7
b – Arma de ataque – O nome de Jesus – Mc 16.17-18; Lc 10.19; Jo 14.14
c – Arma de apoio – Os anjos de Deus – Sl 34.7; Sl 91.11; Hb 1.13-14
d – Arma estratégica – Unção com óleo – Is 10.27; Mc 6.13; Tg 1.14
e – Armadura de Deus – Ef 6.13-17
Ef 6.18 - “com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos.”
Só há uma maneira para entrarmos nas regiões celeste para guerrearmos: é a oração.
A oração é o combustível que move os anjos do Senhor. A oração move o braço de Deus em favor da pessoas pelas quais estamos intercedendo para serem salvas.
Exemplos bíblicos de guerra espiritual:
Os grandes avivamentos só acontecem como resultado das orações do povo de Deus.
– As nossas armas de guerra
a – Arma de defesa – O sangue de Jesus – Hb 9.18-22; Ex 12.23; I Jo 1.7
b – Arma de ataque – O nome de Jesus – Mc 16.17-18; Lc 10.19; Jo 14.14
c – Arma de apoio – Os anjos de Deus – Sl 34.7; Sl 91.11; Hb 1.13-14
d – Arma estratégica – Unção com óleo – Is 10.27; Mc 6.13; Tg 1.14
e – Armadura de Deus – Ef 6.13-17
Chave principal:
“Fortalecei-vos no Senhor e
na força do seu poder.” Ef.
6.10
I – Capacete da salvação – Para proteger a mente, onde está o livre arbítrio.
II – Couraça da justiça – feita com o sangue de Jesus , que nos justifica e protege as nossas emoções.
III – Calçado com a preparação do Evangelho da Paz – Is 52.7
IV – Escudo da Fé – Sl 5.12; 7.10; 18.2; 18.30; 28.7; 84.11; 89.18; 91.4; 115.9
V – Espada do Espírito – Lc 4.1-13; Hb 4.12; Ap 1.16; Ap 19.15
VI – O cinto da verdade – Pv 6.16-19; Cl 3.9; Jo 8.44; Ef 4.25; Jo 8.44
Conclusão: Agora você está preparado para entrar em guerra que já tem um vencedor determinado: Jesus Cristo e você; e um perdedor definido: satanás e todo o seu inferno.
I – Capacete da salvação – Para proteger a mente, onde está o livre arbítrio.
II – Couraça da justiça – feita com o sangue de Jesus , que nos justifica e protege as nossas emoções.
III – Calçado com a preparação do Evangelho da Paz – Is 52.7
IV – Escudo da Fé – Sl 5.12; 7.10; 18.2; 18.30; 28.7; 84.11; 89.18; 91.4; 115.9
V – Espada do Espírito – Lc 4.1-13; Hb 4.12; Ap 1.16; Ap 19.15
VI – O cinto da verdade – Pv 6.16-19; Cl 3.9; Jo 8.44; Ef 4.25; Jo 8.44
Conclusão: Agora você está preparado para entrar em guerra que já tem um vencedor determinado: Jesus Cristo e você; e um perdedor definido: satanás e todo o seu inferno.
sexta-feira, novembro 09, 2012
Quem ama seu filho , disciplina ele!
Quem se nega a castigar seu filho
não o ama; quem o ama não hesita em discipliná-lo. (Provérbios 13.24 NVI).
A questão da disciplina dentro da família encontra-se bem tratada na Palavra de Deus. E o Novo Testamento até a utiliza para demonstrar como Deus não age diferente dentro de sua própria família espiritual:
Vocês se esqueceram da palavra de ânimo que ele lhes dirige como a filhos: "Meu filho, não despreze a disciplina do Senhor, nem se magoe com a sua repreensão, pois o Senhor disciplina a quem ama, e castiga todo aquele a quem aceita como filho". Suportem as dificuldades, recebendo-as como disciplina; Deus os trata como filhos. Ora, qual o filho que não é disciplinado por seu pai? Se vocês não são disciplinados, e a disciplina é para todos os filhos, então vocês não são filhos legítimos, mas sim ilegítimos. Além disso, tínhamos pais humanos que nos disciplinavam, e nós os respeitávamos. Quanto mais devemos submeter-nos ao Pai dos espíritos, para assim vivermos! Nossos pais nos disciplinavam por curto período, segundo lhes parecia melhor; mas Deus nos disciplina para o nosso bem, para que participemos da sua santidade. Nenhuma disciplina parece ser motivo de alegria no momento, mas sim de tristeza. Mais tarde, porém, produz fruto de justiça e paz para aqueles que por ela foram exercitados. (Hebreus 12:5-11 NVI.)
Esse simples texto da Bíblia que lida com a questão da repreensão e castigo resume muito bem a essência da disciplina. O texto inteiro foi baseado no seguinte versículo de Provérbios: "Meu filho, não despreze a disciplina do SENHOR nem se magoe com a sua repreensão". (Provérbios 3:11 NVI) O Novo Testamento fez assim uma referência bem relevante, pois não há livro em toda a Bíblia que contenha mais orientação sobre disciplina de filhos do que Provérbios.
Um pai da Bíblia que corrigia os filhos — só com palavras
Se Provérbios é um livro que explica muito bem o que é a disciplina, então todos os pais mencionados na Palavra de Deus sabiam aplicá-la? Não. Nem todos os pais da Bíblia corrigiam seus filhos. Alguns escolhiam simplesmente a correção verbal, e nada mais. O sacerdote Eli, por exemplo, criou os filhos no sacerdócio e, quando se tornaram homens, eles cometiam freqüentemente pecados contra Deus. Eles estavam até violando os sacrifícios oferecidos a Deus na casa de Deus:
Os filhos do sacerdote Eli não prestavam e não se importavam com Deus, o SENHOR. Eles não obedeciam aos regulamentos a respeito daquilo que os sacerdotes tinham o direito de exigir do povo. Assim os filhos de Eli tratavam com muito desprezo as ofertas trazidas a Deus, o SENHOR. E para o SENHOR o pecado desses moços era muito grave. (1 Samuel 2:12,13a,17 NTLH)
Eli via os pecados de seus filhos e, como todo pai bonzinho, não ficava em silêncio. Ele sempre abria a boca para dar uma bronca neles.
"Eli já estava muito velho. Ele ouvia falar de tudo o que os seus filhos faziam aos israelitas e também que eles estavam tendo relações com as mulheres que trabalhavam na entrada da Tenda Sagrada. Então Eli disse: — Por que é que vocês estão fazendo essas coisas? Todos me falam do mal que vocês estão praticando. Parem com isso, meus filhos! Eu estou ouvindo o povo do SENHOR Deus dizer coisas terríveis a respeito de vocês! Se uma pessoa peca contra outra, o SENHOR pode defendê-la. Mas quem pode defender aquele que peca contra Deus?" (1 Samuel 2:22-24,25a NTLH, o destaque é meu.)
Há pais que se calam diante de pecados horríveis dos próprios filhos, nem ousando mencionar para eles que parem seu comportamento sexual errado, mas essa fraqueza Eli não tinha. Ele apontava os erros no nariz dos filhos. No entanto, a Palavra de Deus revela claramente a reação dos filhos de Eli às repreensões do pai e a reação do Senhor à desobediência e teimosia deles: "Mas eles não ouviram o pai, pois o SENHOR havia resolvido matá-los." (1 Samuel 2:25b NTLH)
Deus, em seu amor, faz visitações proféticas a Eli
Como sacerdotes do Senhor, tanto Eli quanto seus filhos conheciam muito bem a Palavra de Deus. Mas mesmo assim, os filhos de Eli estavam decididos a desobedecer à Palavra de Deus e ao seu próprio pai, e Eli estava decidido a não disciplinar ninguém — limitando-se no máximo a passar um sermão. Já que todos estavam assim decididos contra as ordens e conselhos da Palavra de Deus, Deus também resolveu decidir: ele decidiu que a solução para os filhos de Eli era a pena de morte.
Apesar de que Eli estava entristecendo muito a Deus pela sua falta de ação, Deus sempre demonstrou misericórdia, na esperança de que Eli pudesse se arrepender e finalmente assumir a postura de um pai que age. Através de mensagens proféticas, Deus deixou bem claro para Eli que ele queria muito mais do que só palavras. Se os filhos teimavam em desobedecer, a obrigação de Eli era, além de repreender, tomar medidas concretas. Foi nesse ponto que Deus mandou um profeta a Eli:
"Então um profeta procurou Eli e lhe deu esta mensagem de Deus, o SENHOR: —Eu me revelei ao seu antepassado Arão quando ele e a sua família eram escravos no Egito. Você sabe que eu os escolhi, entre todas as tribos de Israel, para serem meus sacerdotes, servirem no altar, queimarem incenso e usarem o manto sacerdotal na minha presença. E dei a eles o direito de ficarem com uma parte dos sacrifícios queimados no altar. Por que é que vocês olham com tanta ganância para os sacrifícios e ofertas que eu ordenei que me fossem feitos? Eli, por que você honra os seus filhos mais do que a mim, deixando que eles engordem, comendo a melhor parte de todos os sacrifícios que o meu povo me oferece? Eu, o SENHOR, o Deus de Israel, prometi no passado que a sua família e os seus descendentes me serviriam para sempre como sacerdotes. Mas agora eu digo que isso não vai continuar. Pois respeitarei os que me respeitam, mas desprezarei os que me desprezam. Olhe! Está chegando o tempo em que eu matarei todos os moços da sua família e da família do seu pai para que nenhum homem da sua família chegue a ficar velho. Você passará dificuldades e terá inveja de todas as coisas boas que vou dar ao povo de Israel, mas ninguém da sua família chegará a ficar velho. Deixarei vivo apenas um dos seus descendentes, que será meu sacerdote. Mas ele ficará cego e perderá toda a esperança. E todos os seus outros descendentes morrerão de morte violenta. Hofni e Finéias, os seus dois filhos, morrerão no mesmo dia, e isso será uma prova para você de que o que eu disse é verdade. Escolherei para mim um sacerdote fiel, e ele fará tudo o que eu quero. Darei a ele descendentes que sempre estarão a serviço do rei que eu escolher. E todos os outros descendentes de você que, por acaso, ficarem com vida terão de se curvar diante do rei para pedir dinheiro e comida e implorarão para ajudar os sacerdotes, a fim de terem alguma coisa para comer". (1 Samuel 2:27-36 NTLH)
Deus já havia decidido que a penalidade para as ofensas que os sacerdotes Hofni e Finéias estavam cometendo era a morte. Mas como Eli não queria cumprir sua responsabilidade como pai e como supremo sacerdote de punir severamente as maldades deles, a maldição e pena de morte que estavam sobre Hofni e Finéias cairiam sobre a família inteira de Eli. Deu até usou o menino Samuel para avisar Eli:
"E o SENHOR disse: — Eu vou fazer com o povo de Israel uma coisa tão terrível, que todos os que ouvirem a respeito disso ficarão apavorados. Naquele dia farei contra Eli tudo o que disse a respeito da família dele, do começo até o fim. Eu lhe disse que ia castigar a sua família para sempre porque os seus filhos disseram coisas más contra mim. Eli sabia que eu ia fazer isso, mas não os fez parar. Por isso, juro à família de Eli que nenhum sacrifício ou oferta poderá apagar o seu terrível pecado." (1 Samuel 3:11-14 NTLH)
Depois de tal repreensão divina, um homem sábio se prostraria diante de Deus, agradeceria sua visitação sobrenatural, pediria perdão e se comprometeria diante do Senhor a agir de acordo com a Palavra de Deus, castigando quem merecia ser castigado, mesmo que envolvesse um castigo de pena capital. Mas qual foi a reação de Eli quando Samuel lhe entregou o recado profético?
"Então Samuel contou tudo, sem esconder nada. E Eli disse: — Ele é Deus, o SENHOR. Que ele faça tudo o que achar melhor!" (1 Samuel 3:18 NTLH)
Em outras palavras, Eli quis dizer: "Se Deus quiser agir e fazer o que eu mesmo não estou fazendo, ele pode fazer o que ele quiser, mas eu não vou agir. Que Deus aja sozinho". Como se diz, ele tirou o corpo fora — não aceitando a chance de colaborar com Deus na ordem da família de Deus e na própria família dele! Ele queria simplesmente continuar tratando seus filhos adultos do mesmo jeito que ele vinha tratando-os desde a infância: sem lhes ministrar castigo físico.
não o ama; quem o ama não hesita em discipliná-lo. (Provérbios 13.24 NVI).
Disciplinar nossos filhos certamente não é tarefa das mais fáceis.Muito menos prazerosa. Qual é o pai ou mãe, que ainda não sedeparou com seu pequeno dando o maior ibope num show depirraça em público? Provavelmente todos os pais já passaram por isso; ao menos uma ou duas vezes… E para supremo constrangimento dos genitores,quanto maior a platéia, mais longo é o espetáculo do herdeiro.
Mas o que a Palavra de Deus nos orienta a fazer? Como a Bíblia nos ensina a disciplinar nossos filhos? O versículo citado no início deste artigo nos orienta a “castigar” os nossos filhos. “Quem ama o filho, não hesita em discipliná-lo”. Em Provérbios 29.15 a Palavra de Deus nos diz: “A vara da correção dá sabedoria, mas a criança entregue a si mesma envergonha a sua mãe”. Aqui o texto nos fala sobre ‘corrigir’.
Não devemos estimular os nossos filhos a ter um comportamento destrutivo ou inamistoso. O comportamento rebelde deve ser corrigido enquanto a criança ainda é pequena!
Não devemos estimular os nossos filhos a ter um comportamento destrutivo ou inamistoso. O comportamento rebelde deve ser corrigido enquanto a criança ainda é pequena!
No entanto, a criança deve ser castigada com amor! Pois a Bíblia também diz: “Quem ama”… E amados, aqui quero fazer uma séria advertência: Nunca, jamais, castigue um filho quando estiver impaciente ou irritado. É obrigação dos pais disciplinar os filhos. Mas sempre em amor!
Uma chinelada no bumbum, de vez em quando, não vai fazer mal algum. Pelo contrário, ás vezes uma palmada pode ser um santo remédio! Mas antes da palmada, tente conversar, explicar… No entanto, a Bíblia não nos orientaria a usar a vara, se de vez em quando não fosse realmente necessário usá-la. Algumas manhas e pirraças são realmente intoleráveis. E se permitirmos que os pequenos
se expressem livremente, não estaremos apenas envergonhando a nós mesmos, como pais. Mas também, estimulando nos pequenos um comportamento desrespeitoso com os demais.
se expressem livremente, não estaremos apenas envergonhando a nós mesmos, como pais. Mas também, estimulando nos pequenos um comportamento desrespeitoso com os demais.
Ouvi outro dia, um pastor falando sobre a correção que teve que dar a um dos filhos. O menino tinha lhe desrespeitado e o pai falou que lhe daria três chineladas quando chegassem em casa. Quando chegaram a residência, o pai levou o menino para o quarto, conversou com ele, e explicou o motivo das três chineladas que ele lhe aplicaria.
Após a devida correção, ajoelhou com o filho e orou com ele. Explicando que não era do agrado dele castigá-lo, mas era necessário fazê-lo. E orientou o garoto a pedir perdão a Deus também, pelo seu comportamento desrespeitoso com os pais e com o Senhor. Está aí um bom exemplo do que é “castigar com amor”.
Após a devida correção, ajoelhou com o filho e orou com ele. Explicando que não era do agrado dele castigá-lo, mas era necessário fazê-lo. E orientou o garoto a pedir perdão a Deus também, pelo seu comportamento desrespeitoso com os pais e com o Senhor. Está aí um bom exemplo do que é “castigar com amor”.
No capítulo 29, versículo 17 do livro de Provérbios, também diz: “Discipline seu filho, e este lhe dará paz; trará grande prazer a sua alma”. Um dos grandes problemas da nossa época é a falta de limites. Os pais, muitas vezes para compensar longas horas ausentes de casa, acabam se tornando permissivos demais. Dando aos filhos uma liberdade que estes ainda não têm maturidade para ter. E na ânsia de agradar as crianças e compensar certas falhas, muitos pais acabam exagerando nos presentes, nas permissões e na falta de demarcação de limites.
Nosso filhos são herança do Senhor. Responderemos a Deus pelos nossos atos, ações ou omissões como pais.
Uma criança precisa de amor, de afeto, de aconchego, acolhimento e limites! Mas limites dados por pais conscientes de seu dever cristão de educar e ensinar. Pais que “castiguem” com amor e em amor. Pais que compreendam que não é na base de gritos e violência física que se educa, mas sim, mediante rendição do próprio ser a Cristo Jesus.
Uma criança precisa de amor, de afeto, de aconchego, acolhimento e limites! Mas limites dados por pais conscientes de seu dever cristão de educar e ensinar. Pais que “castiguem” com amor e em amor. Pais que compreendam que não é na base de gritos e violência física que se educa, mas sim, mediante rendição do próprio ser a Cristo Jesus.
Antes de “castigar” o seu filho pela rebeldia… Ore e peça ao Espírito Santo de Deus que lhe revele se essa rebeldia não foi plantada no coração dessa criança, por você mesmo… Ás vezes, a criança está apenas copiando um comportamento. Do pai, da mãe ou de ambos.
Também existe a possibilidade da criança demonstrar determinado comportamento rebelde em função da falta de atenção dos pais. Faz qualquer coisa para chamar a atenção… Briga, grita, chuta… Não se importa se receber umas palmadas, desde que esteja recebendo atenção. Isso também serve de alerta. Uma criança tem seus meios de comunicar as próprias carências. Muito cuidado para não estimular comportamentos agressivos com mais agressividade. Ás vezes, colocar no colo e dar atenção de qualidade, é tudo de que o pequeno precisa.
Não grite com seu filho. Não agrida verbalmente. Não agrida fisicamente. Seu filho é um pequeno ser humano em desenvolvimento. Sempre que precisar castigá-lo, faça-o com amor. E explique o motivo do castigo para a criança. Ore antes e ore depois da “palmada”. Não dê brechas a Satanás para plantar ódio no coração do seu filho, dando lhe palmadas desnecessárias, ou gritando com ele. Discipline sim. Com firmeza. Mas com amor e no Senhor.
A questão da disciplina dentro da família encontra-se bem tratada na Palavra de Deus. E o Novo Testamento até a utiliza para demonstrar como Deus não age diferente dentro de sua própria família espiritual: Vocês se esqueceram da palavra de ânimo que ele lhes dirige como a filhos: "Meu filho, não despreze a disciplina do Senhor, nem se magoe com a sua repreensão, pois o Senhor disciplina a quem ama, e castiga todo aquele a quem aceita como filho". Suportem as dificuldades, recebendo-as como disciplina; Deus os trata como filhos. Ora, qual o filho que não é disciplinado por seu pai? Se vocês não são disciplinados, e a disciplina é para todos os filhos, então vocês não são filhos legítimos, mas sim ilegítimos. Além disso, tínhamos pais humanos que nos disciplinavam, e nós os respeitávamos. Quanto mais devemos submeter-nos ao Pai dos espíritos, para assim vivermos! Nossos pais nos disciplinavam por curto período, segundo lhes parecia melhor; mas Deus nos disciplina para o nosso bem, para que participemos da sua santidade. Nenhuma disciplina parece ser motivo de alegria no momento, mas sim de tristeza. Mais tarde, porém, produz fruto de justiça e paz para aqueles que por ela foram exercitados. (Hebreus 12:5-11 NVI.)
Esse simples texto da Bíblia que lida com a questão da repreensão e castigo resume muito bem a essência da disciplina. O texto inteiro foi baseado no seguinte versículo de Provérbios: "Meu filho, não despreze a disciplina do SENHOR nem se magoe com a sua repreensão". (Provérbios 3:11 NVI) O Novo Testamento fez assim uma referência bem relevante, pois não há livro em toda a Bíblia que contenha mais orientação sobre disciplina de filhos do que Provérbios.
Um pai da Bíblia que corrigia os filhos — só com palavras
Se Provérbios é um livro que explica muito bem o que é a disciplina, então todos os pais mencionados na Palavra de Deus sabiam aplicá-la? Não. Nem todos os pais da Bíblia corrigiam seus filhos. Alguns escolhiam simplesmente a correção verbal, e nada mais. O sacerdote Eli, por exemplo, criou os filhos no sacerdócio e, quando se tornaram homens, eles cometiam freqüentemente pecados contra Deus. Eles estavam até violando os sacrifícios oferecidos a Deus na casa de Deus:
Os filhos do sacerdote Eli não prestavam e não se importavam com Deus, o SENHOR. Eles não obedeciam aos regulamentos a respeito daquilo que os sacerdotes tinham o direito de exigir do povo. Assim os filhos de Eli tratavam com muito desprezo as ofertas trazidas a Deus, o SENHOR. E para o SENHOR o pecado desses moços era muito grave. (1 Samuel 2:12,13a,17 NTLH)
Eli via os pecados de seus filhos e, como todo pai bonzinho, não ficava em silêncio. Ele sempre abria a boca para dar uma bronca neles.
"Eli já estava muito velho. Ele ouvia falar de tudo o que os seus filhos faziam aos israelitas e também que eles estavam tendo relações com as mulheres que trabalhavam na entrada da Tenda Sagrada. Então Eli disse: — Por que é que vocês estão fazendo essas coisas? Todos me falam do mal que vocês estão praticando. Parem com isso, meus filhos! Eu estou ouvindo o povo do SENHOR Deus dizer coisas terríveis a respeito de vocês! Se uma pessoa peca contra outra, o SENHOR pode defendê-la. Mas quem pode defender aquele que peca contra Deus?" (1 Samuel 2:22-24,25a NTLH, o destaque é meu.)
Há pais que se calam diante de pecados horríveis dos próprios filhos, nem ousando mencionar para eles que parem seu comportamento sexual errado, mas essa fraqueza Eli não tinha. Ele apontava os erros no nariz dos filhos. No entanto, a Palavra de Deus revela claramente a reação dos filhos de Eli às repreensões do pai e a reação do Senhor à desobediência e teimosia deles: "Mas eles não ouviram o pai, pois o SENHOR havia resolvido matá-los." (1 Samuel 2:25b NTLH)
Deus, em seu amor, faz visitações proféticas a Eli
Como sacerdotes do Senhor, tanto Eli quanto seus filhos conheciam muito bem a Palavra de Deus. Mas mesmo assim, os filhos de Eli estavam decididos a desobedecer à Palavra de Deus e ao seu próprio pai, e Eli estava decidido a não disciplinar ninguém — limitando-se no máximo a passar um sermão. Já que todos estavam assim decididos contra as ordens e conselhos da Palavra de Deus, Deus também resolveu decidir: ele decidiu que a solução para os filhos de Eli era a pena de morte.
Apesar de que Eli estava entristecendo muito a Deus pela sua falta de ação, Deus sempre demonstrou misericórdia, na esperança de que Eli pudesse se arrepender e finalmente assumir a postura de um pai que age. Através de mensagens proféticas, Deus deixou bem claro para Eli que ele queria muito mais do que só palavras. Se os filhos teimavam em desobedecer, a obrigação de Eli era, além de repreender, tomar medidas concretas. Foi nesse ponto que Deus mandou um profeta a Eli:
"Então um profeta procurou Eli e lhe deu esta mensagem de Deus, o SENHOR: —Eu me revelei ao seu antepassado Arão quando ele e a sua família eram escravos no Egito. Você sabe que eu os escolhi, entre todas as tribos de Israel, para serem meus sacerdotes, servirem no altar, queimarem incenso e usarem o manto sacerdotal na minha presença. E dei a eles o direito de ficarem com uma parte dos sacrifícios queimados no altar. Por que é que vocês olham com tanta ganância para os sacrifícios e ofertas que eu ordenei que me fossem feitos? Eli, por que você honra os seus filhos mais do que a mim, deixando que eles engordem, comendo a melhor parte de todos os sacrifícios que o meu povo me oferece? Eu, o SENHOR, o Deus de Israel, prometi no passado que a sua família e os seus descendentes me serviriam para sempre como sacerdotes. Mas agora eu digo que isso não vai continuar. Pois respeitarei os que me respeitam, mas desprezarei os que me desprezam. Olhe! Está chegando o tempo em que eu matarei todos os moços da sua família e da família do seu pai para que nenhum homem da sua família chegue a ficar velho. Você passará dificuldades e terá inveja de todas as coisas boas que vou dar ao povo de Israel, mas ninguém da sua família chegará a ficar velho. Deixarei vivo apenas um dos seus descendentes, que será meu sacerdote. Mas ele ficará cego e perderá toda a esperança. E todos os seus outros descendentes morrerão de morte violenta. Hofni e Finéias, os seus dois filhos, morrerão no mesmo dia, e isso será uma prova para você de que o que eu disse é verdade. Escolherei para mim um sacerdote fiel, e ele fará tudo o que eu quero. Darei a ele descendentes que sempre estarão a serviço do rei que eu escolher. E todos os outros descendentes de você que, por acaso, ficarem com vida terão de se curvar diante do rei para pedir dinheiro e comida e implorarão para ajudar os sacerdotes, a fim de terem alguma coisa para comer". (1 Samuel 2:27-36 NTLH)
Deus já havia decidido que a penalidade para as ofensas que os sacerdotes Hofni e Finéias estavam cometendo era a morte. Mas como Eli não queria cumprir sua responsabilidade como pai e como supremo sacerdote de punir severamente as maldades deles, a maldição e pena de morte que estavam sobre Hofni e Finéias cairiam sobre a família inteira de Eli. Deu até usou o menino Samuel para avisar Eli:
"E o SENHOR disse: — Eu vou fazer com o povo de Israel uma coisa tão terrível, que todos os que ouvirem a respeito disso ficarão apavorados. Naquele dia farei contra Eli tudo o que disse a respeito da família dele, do começo até o fim. Eu lhe disse que ia castigar a sua família para sempre porque os seus filhos disseram coisas más contra mim. Eli sabia que eu ia fazer isso, mas não os fez parar. Por isso, juro à família de Eli que nenhum sacrifício ou oferta poderá apagar o seu terrível pecado." (1 Samuel 3:11-14 NTLH)
Depois de tal repreensão divina, um homem sábio se prostraria diante de Deus, agradeceria sua visitação sobrenatural, pediria perdão e se comprometeria diante do Senhor a agir de acordo com a Palavra de Deus, castigando quem merecia ser castigado, mesmo que envolvesse um castigo de pena capital. Mas qual foi a reação de Eli quando Samuel lhe entregou o recado profético?
"Então Samuel contou tudo, sem esconder nada. E Eli disse: — Ele é Deus, o SENHOR. Que ele faça tudo o que achar melhor!" (1 Samuel 3:18 NTLH)
Em outras palavras, Eli quis dizer: "Se Deus quiser agir e fazer o que eu mesmo não estou fazendo, ele pode fazer o que ele quiser, mas eu não vou agir. Que Deus aja sozinho". Como se diz, ele tirou o corpo fora — não aceitando a chance de colaborar com Deus na ordem da família de Deus e na própria família dele! Ele queria simplesmente continuar tratando seus filhos adultos do mesmo jeito que ele vinha tratando-os desde a infância: sem lhes ministrar castigo físico.
terça-feira, outubro 30, 2012
Adultério é uma maldição na sua vida!
- Confronta a Deus. Ele diz, nos dez mandamentos, “não adulterarás”. Toda vez que alguém comete adultério, está desafiando uma ordem expressa de Deus. Na história de José, ele era plenamento consciente disso, pois falou que não poderia cometer tal pecado contra seu Deus. (cf. Gn. 39:8-9). Quando Davi foi confrontado por Natan, na história de Bate-seba, ele disse a Deus que tinha pecado contra Ele, e que Deus tinha toda a razão em julgá-lo. (cf. Sl. 51:4).
- Destrói as famílias. Deus tem uma preocupação especial com as famílias. Em Deuteronômio 6, depois de repetir a lei, Ele disse: “Eu lhes dou essas leis e esses mandamentos e essas ordenanças para vocês, seus filhos e os filhos de seus filhos”. O plano de Deus é que a família e o casamento são as maneiras pelas quais Ele deseja que as coisas aconteçam. O adultério destrói a santidade, a singularidade e a singeleza do casamento, que é base sobre a qual a família se estrutura.
- Denigre o casamento. Desde o começo, Deus deixou claro que quando um homem e uma mulher se unem, Ele os torna uma só carne. E a forma de demonstrar essa união é através da relação sexual. Agora, quando duas pessoas se casam, e uma decide ter relação sexual fora daquele relacionamento, essa pessoa está denegrindo o que foi unido por Deus. Toda pessoa que se casa deve entender que está fazendo uma promessa solene na presença de Deus, que foi quem os uniu. Só depois dessa aliança é que eles podem consumar a atividade sexual. Fazer isso fora dos laços do matrimônio denegre até mesmo o conceito de casamento propriamente dito.
- Nega o amor. O verdadeiro amor é um compromisso total diante de Deus e de um para o outro de que trabalharão para o crescimento e desenvolvimento pessoal um do outro, independente da situação. Uma parte importante do verdadeiro amor é que ele é um compromisso de fazer a vontade de Deus. E essa vontade nunca vai estar ligada ao adultério, já que Ele proíbe isso no 7o mandamento. Normalmente, o que está envolvido no adultério não é o bem estar da outra pessoa, mas sim o meu próprio.
- Zomba da fidelidade. O relacionamento de Deus conosco é baseado na fidelidade. Essa fidelidade é a mesma que devemos demonstrar para com a pessoa com a qual nos casamos. Se escolho adulterar, a fidelidade para com minha esposa e para com Deus é colocada em segundo plano, e deixo de cumprir os votos matrimonias. E, tão logo uma pessoa se torna infiel em uma área, ela pode se tornar infiel em muitas áreas. Se queremos ser confiáveis, fiéis e comprometidos, devemos provar essas qualidades em nosso casamento e permanecer fiéis aos votos que fizemos. Nossa fidelidade matrimonial vai começar a se espalhar para os outros aspectos de nossa vida.
- Degrada as pessoas. O adultério pode causar danos físicos. Rm. 1:24 nos diz que diante da atitude de impiedade das pessoas, Deus permitiu que elas se engajassem em todo tipo de imoralidade e impureza sexual. Como resultado, eles degradaram seu próprio corpo. Doença sexualmente transmissíveis e AIDS são doenças que se espalham com o adultério. Em acréscimo, há também uma degradação emocional muito pesada. Na verdade, o adultérios degrada as pessoas fisicamente, emocionalmente, na comunhão com outras pessoas, culturalmente, e espiritualmente. O apóstolo Paulo diz: “Seu corpo é o templo do Espírito Santo, por isso, como vocês podem pensar em usá-lo de forma infiel?” (cf. I Cor. 6:19). Como você tem coragem de usar algo que é de propriedade de Deus para agir de formas que são completamente contrárias a tudo o que Ele apresenta?
Causas do Adultério
- Padrões Incertos. Quer percebamos isso ou não, nós agimos de acordo com o que acreditamos. Nossa filosofia forma a base do nosso estilo de vida. Se vamos ao VT, percebemos que adultério era entendido como o intercurso sexual de um homem com uma mulher casada. Isso é assim por causa do estado degradante que a mulher tinha para aquela sociedade. Eles viam a mulher como uma propriedade do marido. Mas, no NT, a mulher é valorizada, e compreende-se o adultério como imoralidade sexual entre duas pessoas casadas, mas não uma com a outra. Mas isso não é uma defesa para o sexo sem compromisso. A bíblia condena toda e qualquer atividade sexual ilícita entre duas pessoas não casadas. Infelizmente, vivemos numa sociedade na qual os valores morais são totalmente diferentes. Acredita-se que escolher o adultério é ser honesto aos seus próprios sentimentos, é dar novo sentido à vida, e é demonstrar maturidade para saber lidar com essas situações. No entanto, na verdade, no fundo isso também é hipocrisia, também leva a uma vida se sentido e demonstra uma grande imaturidade, pois destrói emocionalmente a conjuges e crianças.
- Sexualidade Irrestrita. Deus nos deu a atração sexual. Mas, isso tem de ser demonstrado dentro de limites. Por exemplo, Deus também criou o fogo, que pode causar uma queimada; a água, que pode causar inundação. Ele fez todo tipo de coisas que, a não ser que sejam cuidadas, podem nos causar muitos problemas. O Deus que criou nosso desejo sexual também colocou limites nisso. O problema é que não desejamos aceitar isso. Nossa sociedade, por outro lado, tenta glamourizar e sensacionalizar isso. Com grande percepção, C.S. Lewis, escritor cristão, afirmou: “Há pessoas que desejam manter nosso instinto sexual inflamado, a fim de fazer dinheiro à partir disso, pois um homem com uma obsessão é um homem que tem pouca resistência a gastar dinheiro”. Ao sermos confrontados com todo tipo de pressão acerca de nossa sexualidade, a não ser que tenhamos padrões firmes e bem estabelecidos, a sexualidade sem limites cedo ou tarde irá tomar conta de nós, produzindo fornicação ou adultério.
- Desejos Não Realizados. Muitas pessoas atualmente têm casamentos não satisfatórios. Além disso, se ele tem de ir pra casa, encontrar uma esposa reclamando e crianças fazendo barulho, ele pode preferir sair com os amigos, e ir a um barzinho ou restaurante, e ficar rodeado de mulheres atraentes. Assim, ele tem um casamento insatisfatório, desejos não realizados e oportunidades ilimitadas. Ele decide aproveitar essas oportunidades e é assim que o adultério acontece. As pessoas que se sentem solitárias, incertas, inseguras, não apreciadas, quando encontram alguém fora do casamento que cuida delas, as aprecia, e com uma boa aparência, parece ser a solução dos problemas, e eles acabam se envolvendo numa relação ilícita.
- Estilos de Vida Indisciplinados. Devemos nos lembrar das palavras de Jesus: “Se seu olho o faz pecar, arranque-o fora. Se sua mão direita o fizer pecar, corte-a fora. É melhor entrar no céu sem uma ou duas partes do corpo do que entrar no inferno com seu corpo intacto.” Essa parece ser uma poderosa lógica. Isso também é uma hipérbole. O que Cristo ensina é que se você pretende evitar pecar, evitar se envolver num relacionamento sexual ilícito, discipline sua vida.
Cura para o Adultério
- Prevenção. Concordamos com o que Deus fala em Sua Palavra, e guardamos as palavras no coração. Depois, reconhecemos nossa necessidade de crescer na graça. Deus deseja que vivamos nossa vida no Espírito (Col. 3 e Gal. 5) e não baseados nos desejos e paixões de nossa natureza pecaminosa. Então, devemos procurar nutrir e cuidar da vida espiritual de nossos amados.
Lembre-se de que algumas pessoas podem lidar com certas coisas, outras não. Portanto, devemos nos guardar, fortalecidos e guiados pelo Espírito de Deus, para não nos colocarmos em situações que possamos ser vencidos pelo pecado. Em nossa relação com Deus, aprenderemos o que Ele deseja de nós, e perceberemos, com a Sua ajuda, quais as situações em que não podemos nos colocar, pois ficaremos muito expostos. Então, devemos disciplinar a nós mesmos. Com a graça de Deus, isso é possível.
- Remediação. Lembre-se da história de João 8. Ali temos verdades maravilhosas sobre como Deus trata as pessoas que tenham errado. Primeiro, Ele está desejoso de nos perdoar. Também devemos investir em nossa comunidade de fiéis. De acordo com I Cor. 6:9-11, todos nós já fomos pecadores da pior espécie, e Deus, por Seu perdão e Sua graça, nos resgatou. Portanto, devemos cuidar daqueles que caíram tanto quanto nós. Por fim, é necessária uma família perdoadora para os que caem em adultério. A história de Oséias, na Bíblia, nos mostra o quanto de compaixão precisamos demonstrar em nossa vida para com aqueles que pecam, pois é isso o que Deus faz por nós. Então perdoe e recomesse a reconstruir a sua família. Não vale a pena a traição, não vale a pena você destruir sua família por uma aventura, por um momento apenas, e perder aquilo que é mais precioso a sua família! Pense nisso..E busque a cura em nome de JESUS!
Sustentando o meu Líder Espíritual!
Sustento Pastoral...
É incrível, mas alguns crentes em nosso meio ainda não foram instruídos sobre este tão importante assunto. Todos os outros que trabalham recebem uma recompensa pelo serviço dado; por que um pregador do evangelho não deve receber o seu sustento pastoral? Muitos falsos lideres religiosos são simplesmente charlatões que vivem da ignorância do povo. Sabem tirar dinheiro dos incautos. E é claro que alguns religiosos só aproveitam a religião para ficarem ricos! Quem sabe que é para não ficar identificados com estes malandros que alguns dos nossos pastores têm receio de falar sobre o assunto? Mas a pergunta continua: deve uma igreja sustentar financeiramente o seu pastor? Creio que a resposta Bíblica é um grande SIM. Vamos ler a palavra para ver o que Deus tem falado sobre o sustento daqueles que O servem. Não vai ser um estudo exaustivo nem completo, mas vai servir para nos esclarecer mais um pouco o assunto. Espero que sejamos estimulados a obedecer ao Senhor cada vez mais por meio deste pequeno estudo na palavra. Primeiramente, vamos considerar as varias comissões que Jesus deu ao seu povo. Depois vamos ver como o ministério foi sustentado no Velho Testamento. Vamos examinar também como a primeira igreja foi financiada, e depois vamos estudar as passagens que falam mais diretamente sobre o sustento dos pregadores do evangelho.
I. QUAL É A NOSSA COMISSÃO?A. Jesus deu uma comissão especial aos doze apóstolos. Mt 10.5-16; Lc 9.1-6. 1. Esta commissão foi dada somente aos doze. 2. Ela foi restrita “às ovelhas perdidas da casa de Israel.” 3. Os apóstolos receberam poderes para curar os enfermos, limpar os leprosos, ressuscitar os mortos, e expulsar os demônios. 4. Eles não podiam possuir nem levar dinheiro, nem pão, nem roupa extra, nem alparcas, nem bordão. 5. Recebiam sustento das pessoas onde pregaram. Vamos lembrar que os doze tinham abandonado seus empregos normais. 6. Foi dada para os doze evangelizar com pressa, de curto prazo. Anunciaram a chegada do reino de Deus a Israel. Se Israel tivesse arrependido, o reino teria sido restaurado à nação. B. Jesus deu uma comissão especial a setenta discípulos. Eles saíram de dois em dois para alcançar somente os Judeus. Lc 10.1-12. 1. Foi uma extensão da primeira comissão para salvar as ovelhas perdidas dos judeus. 2. Foi um trabalho rápido, relâmpago. 3. Como os apóstolos, os setenta tinham poderes para curar os enfermos. 4. Não podiam ir de casa em casa, mas ficaram hospedados em uma casa onde comiam, etc. Recebiam seu sustento das pessoas locais. 5. Anunciaram a chegada do reino de Deus a Israel. Mais uma vez, Deus estava pronto a restaurar o reino a Israel. C. Jesus deu a “grande comissão” a sua igreja. Depois da rejeição de Cristo pela nação de Israel, Jesus enviou sua igreja ao mundo inteiro para pregar o seu evangelho e preparar um povo escolhido para seu nome. Mt 28.18-20; At 1.6-8; Lc 24.46-53; At 15.7-14. Esta comissão supera todas as anteriores. 1. A “grande comissão” não é para as ovelhas perdidas de Israel especialmente, mas para todas as nações e a toda criatura. Mc 16.15. 2. Não foi dada para durar pouco tempo, mas até a consumação dos séculos. Mt 24.14; 28.20. 3. Os poderes especiais dos Apóstolos e dos setenta não fazem parte desta comissão. 4. Os pregadores podem levar roupa extra agora, como Paulo que pediu sua capa devido ao frio que vinha. II Tm 4.13. Também quis receber seus livros, principalmente os pergaminhos. 5. Quando Paulo foi à Roma, ficou hospedado em sua própria casa alugada, não em casa dos outros. At 28.30. 6. O trabalho de constituir novas igrejas leva tempo. Não é um trabalho feito rapidamente. Paulo ficou um ano e meio em Corinto e três anos em Éfeso. At 18.11; 20.31. 7. Como é sustentado o pregador que trabalha hoje? É um pouco diferente do que os apóstolos e os setenta devido à natureza da comissão em vigor.
II. SUSTENTO NO VELHO TESTAMENTO
A. O sustento da tribo inteira de Levi veio do dízimo das outras tribos de Israel. Não foi dado para pagar os sacerdotes pelo serviço no templo! B. Levi foi a única tribo que não recebeu terra como sua herança. 1. Porque Deus tinha escolhido Levi como um primogênito no lugar das outras tribos. Nm 18.20-21. C. O sacerdote tinha que ser da tribo de Levi. Assim ele ganhou o dízimo igual a todos os outros Levitas, mas recebeu um salário alem do dízimo para seus serviços religiosos quando servia do altar. Nm 18.31; I Co 9.13; Lv 6.16; Nm 5.9-10. 1. O que sobrava das ofertas ficou com o sacerdote. Lv 2.3. 2. Ele podia comer delas. Lv 10.13-15. 3. Ele podia receber terras em certos casos. Lv 27.21. 4. Recebia dinheiro de certas coisas resgatadas. Nm 3.48-51. 5. Recebia ofertas e primícias. Nm 18.8-9,12. 6. As ofertas dos Judeus eram a herança dos sacerdotes. Dt 18.3-8; II Reis 12.16.
III. SUSTENTO DA IGREJA NO NOVO TESTAMENTO
A. No inicio da igreja, Jesus e seus apóstolos foram sustentados pelas ofertas de certas senhoras ricas. Lc 8.1-3. Tudo foi dado voluntariamente. B. Judas levou o dinheiro usado pela igreja. Jn 13.29; 12.6. É evidente que Jesus e seus discípulos precisavam de dinheiro. O dinheiro era a contribuição de vários. C. Logo depois Pentecostes, os irmãos venderam suas possessões para suprir as necessidades de outros. At 2.45; 4.32-37. 1. Esta passagem prova que os apóstolos receberam o dinheiro no começo. 2. Depois a igreja elegeu outros para distribuir o dinheiro às viúvas para aliviar os Apóstolos. At 6.1-6. 3. No caso de Ananias e Safira, é bem claro sobre finanças e o pecado de reter o que é de DEUS. O crente pode comprar e vender a vontade. Porem, não deve mentir para DEUS.. D. O Apóstolo Paulo pediu que as igrejas no meio dos gentios ajudassem os crentes pobres em Israel. 1. Se os crentes Judeus deram suas coisas espirituais aos gentios, por que os gentios não podiam dar as coisas materiais? Aqui está registrado um princípio espiritual em respeito às nossas contribuições. Rm 15.25-27. I Co 8.11. 2. Paulo ensinou como preparar a oferta. I Co 16.1-4. 3. Cada membro separa e guarda regularmente sua oferta no primeiro dia de cada semana. É bom poupar para algum fim especial. 4. Paulo não quis ficar esperando enquanto a igreja arrumava a oferta. 5. Cada um dar conforme sua prosperidade. 6. A igreja aprove quem deve levar a oferta.
V. SUSTENTO DOS MINISTROS DA IGREJA
A. Paulo optou não usar o direito de receber ofertas pelo serviço que prestou às igrejas como missionário. I Co 9.12. 1. Nesta passagem, Paulo defende seu apostolado que alguns tinham colocado em dúvida. Ele não recebia sustento regular, como salário, das igrejas novas onde ele trabalhava. Por isso, pensavam que não era um verdadeiro Apóstolo. Os outros Apóstolos evidentemente recebiam sustento financeiro! 2. Ninguém serve o militar à sua própria custa. I Co 9.7. 3. Ninguém planta a vinha e não come do seu fruto. Idem. 4. Ninguém apascenta o gado sem tomar o leite! Idem.
5. A lei também ensina esta verdade. I Co 9.8-10. O boi que trabalha merece comer.
B. O ministro tem direito de receber seu salário. Paulo disse que outros usavam “deste poder” sobre a igreja. I Co 9.12. A palavra “poder” quer dizer direito. O ministro tem direito de receber salário ou dinheiro pelo serviço à igreja. Ele dá coisas espirituais e deve receber coisas materiais. I Co. 9.11. 1. “Digno é o operário do seu alimento.” Mt 10.10; Pr 27.18. 2. Como o sacerdote no Velho Testamento foi sustentado pelo altar, assim o pregador é sustentado pelo evangelho. I Co 9.14.
C. O pastor é responsável pelo ensino da Bíblia na igreja. 1. Ef 4.11 mostra que o “pastor e doutor” é um dom de Cristo à sua igreja. Doutor é quem ensina! 2. O pastor deve ser “apto para ensinar.” I Tm 3.2. 3. Quem ensina deve ser pago pelos alunos. Gl 6.6. “E o que é instruído na palavra reparta de todos os seus bens com aquele que o instrui.” Mais claro não pode ser!
D. Paulo deixou de receber um salário para não colocar uma pedra de tropeço no caminho dos gentios. 1. Seu galardão era pregar de graça. I Co 9.18. 2. Paulo não foi pesado para ninguém. I Ts 2.9. 3. Trabalhou dia e noite para não ser pesado para nenhum irmão. II Ts 3.8-9. 4. Tinha direito para receber salario, mas não o recebeu. Quis dar um bom exemplo para os outros. “Se alguém não quiser trabalhar, não coma também.” Vs 10.
E. Paulo trabalhou para seu próprio sustento, mas aceitou ofertas também. At 20.33-35;18.3. 1. A igreja em Filipos ajudou Paulo quando estava na prisão em Roma. Fp 2.25; 4.18. 2. Deu lhe apoio financeira mais que uma vez. Fp 4.16. 3. É bom ajudar um pregador. Versiculo 14. 4. As necessidades da igreja que ajuda o pregador serão supridas. Fp 4.19. 5. Paulo quis que os irmãos em Roma o ajudassem viajar para outros lugares depois da sua visita lá. Rm 15.24. Ele disse: “E que para lá seja encaminhado por vós.” 6. Atos 15.3 A igreja ajudou os irmãos viajar. Foram “acompanhados” pela igreja, isto é, ajudados na sua viagem. F. Havia alguns que não queriam ajudar o pregador. 3 Jo 9-10. 1. Eles não pediram nada de ninguém para pregar o evangelho. Não receberam nada dos gentios, vs. 7. 2. Um ditador na igreja não os recebia e proibiu os outros de recebê-los. Isto é pecado.
G. O pastor que trabalha na palavra e na doutrina é digno de salário dobrado! I Tm 5.17-18. 1. O versículo que segue menciona o boi que debulha, como em I Co. 9. 2. Também está escrito sobre este assunto, “Digno é o obreiro do seu salário.”
H. Pastores não devem ser cobiçosos. I Pedro 5.2. Torpe ganância é ilícita. Não convém o homem de Deus ficar correndo atrás negócios para ficar rico! Deve aprender ficar satisfeito com que Deus lhe dá.
Sendo assim por comparação entendemos que o pastor humano, sacerdote cristão é o guardador e guia das ovelhas de Cristo, que é o Sumo-pastor, pela qual eles darão conta de todos os seus atos, pois a salvação é individual.Portanto a palavra nos ensina :
Obedecei a vossos guias, sendo-lhes submissos; porque velam por vossas almas como quem há de prestar contas delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil. Hebreus 13:17
Pense e medite: como você tem honrado seu lider, como você tem ajudado no crescimento do ministério?
Seu Lider recebe salario da sua igreja? Você ama o seu líder e tem ajudado ele?
Ou você só critica ele e os outros pastores , e não esta vivendo a palavra de Deus?
Quem já esteve em um posto de liderança sabe o quanto é difícil lidar com pessoas, veja o caso dos guias (pastor, missionário e líderes em geral) na igreja nós temos várias categorias de membros que são antagônicas; veja uma comparação a baixo:
Temos ovelha e cabritos - Mateus 25: 31-33. Quando Jesus vier Ele vai separar, mas por enquanto eles estão juntos.
Temos Trigo e Joio - Mateus 13: 24-30. Quando Jesus vier Ele vai separar, mas por enquanto eles estão crescendo juntos.
Temos crianças espirituais - I Coríntios 14:20, temos santos e pecadores, temos cristãos carnais e espirituais. Enfim temos todo tipo de gente boa e ruim, tudo isso para o pastor cuidar. Convenhamos isso não é coisa fácil. Então para conseguir administrar toda essa “Arca de Noé” o pastor tem de ter muito amor, paciência, discernimento, e etc., e ponha etc. nisso.
Temos ovelha e cabritos - Mateus 25: 31-33. Quando Jesus vier Ele vai separar, mas por enquanto eles estão juntos.
Temos Trigo e Joio - Mateus 13: 24-30. Quando Jesus vier Ele vai separar, mas por enquanto eles estão crescendo juntos.
Temos crianças espirituais - I Coríntios 14:20, temos santos e pecadores, temos cristãos carnais e espirituais. Enfim temos todo tipo de gente boa e ruim, tudo isso para o pastor cuidar. Convenhamos isso não é coisa fácil. Então para conseguir administrar toda essa “Arca de Noé” o pastor tem de ter muito amor, paciência, discernimento, e etc., e ponha etc. nisso.
O pastor tem de ter ciência e conhecimento.
Hoje em dia temos visto varias pessoas desqualificadas que se dizem “pastores”, porém no máximo eles deveriam serem chamados de evangelistas, pois é uma função que não exige muito de conhecimento profundos do ministro, como é o caso dos pastores, mestres e missionários/apóstolos.
E vos darei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência. Jeremias 3:15
É a vontade de Deus que os pastores sejam pessoas instruídas, pessoas que usam de seus conhecimentos totalmente, infelizmente o que hoje vemos são “pastores” que malmente sabem o português, falam errado, distorcem as Escrituras Sagradas por pura ignorância e nunca leram algum livro e certamente nem leram a Bíblia por completo, ficam, como papagaios repetindo coisas que ouviram de outro, na televisão, no rádio e etc. Por isso muitos perdem a fé e esses são rejeitados por Deus.
O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Porquanto rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos. Oséias 4:6
Veja que Deus rejeita o sacerdote que rejeita o conhecimento e qualificação para o sacerdócio. E não vá dizer que Deus dá conhecimento! Conhecimento Ele dá, porém alfabetizar Ele não alfabetiza, nem faz o que é obrigação do homem fazer, e estudar é obrigação de todos, principalmente do pastor.
Um pastor sem conhecimento e inteligência não é um pastor, é um tolo e as ovelhas estão sem pastor, quando surgir uma dificuldade, simplesmente as ovelhas não terão a quem recorrer.
E vos darei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência. Jeremias 3:15
É a vontade de Deus que os pastores sejam pessoas instruídas, pessoas que usam de seus conhecimentos totalmente, infelizmente o que hoje vemos são “pastores” que malmente sabem o português, falam errado, distorcem as Escrituras Sagradas por pura ignorância e nunca leram algum livro e certamente nem leram a Bíblia por completo, ficam, como papagaios repetindo coisas que ouviram de outro, na televisão, no rádio e etc. Por isso muitos perdem a fé e esses são rejeitados por Deus.
O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Porquanto rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos. Oséias 4:6
Veja que Deus rejeita o sacerdote que rejeita o conhecimento e qualificação para o sacerdócio. E não vá dizer que Deus dá conhecimento! Conhecimento Ele dá, porém alfabetizar Ele não alfabetiza, nem faz o que é obrigação do homem fazer, e estudar é obrigação de todos, principalmente do pastor.
Um pastor sem conhecimento e inteligência não é um pastor, é um tolo e as ovelhas estão sem pastor, quando surgir uma dificuldade, simplesmente as ovelhas não terão a quem recorrer.
Se o seu pastor é benção para você e para sua igreja, se posicione como ovelha do seu rebanho e como discípulo de Cristo Jesus!
A qualidade principal produzida pelo Espírito Santo é o amor então honre o seu pastor, e oferte para sua vida ministérial! Pois o sustento pastoral vem através da sua fidelidade para com Deus, vem das suas ofertas na casa do Senhor! Tudo aquilo que você semear no Reino de Deus você ira colher, semeia na vida teu líder, semeia na sua igreja!
Deus abençoe a todos!
Deus abençoe a todos!
Pastora Jusilei
Como o diabo esta destruindo a sua família!
Conta-se que um idoso homem foi entrevistado por ocasião de seu centésimo aniversário. “De tudo o que o senhor já fez na vida, qual é seu maior orgulho?”, perguntou o repórter. “Bem…”, disse o velho, “eu não tenho nenhum inimigo no mundo inteiro”. “Que belo pensamento! Que inspirador!”, afirmou entusiasmado o repórter. “Sim”, continuou o centenário, “o último deles morreu na semana passada!”.
É praticamente impossível uma vida isenta de inimigos. Prova disso é que o próprio Jesus enfrentou a oposição de muitos em sua época – e Ele nunca havia se comportado de maneira a instigar inimizades. O relacionamento conjugal também encara alguns perigosos adversários. É importante identificá-los a fim de se descobrir quais os meios mais eficazes para combatê-los. A lista é vasta: infidelidade, solidão, desrespeito, senso de valor-próprio destruído, falhas na comunicação, mediocridade, vazios emocionais, decepções, egoísmo, ausência de limites, mentiras, dívidas, falta de tempo, valores espirituais diferentes, e inúmeros outros.
Quais os inimigos que seu casamento enfrenta? É possível identificá-los? Através de quais brechas eles tem se infiltrado em seu relacionamento conjugal? Há alguma maneira de combatê-los? Aqui vão alguns comentários úteis sobre os mais comuns:
1. Falta de tempo
Gastar tempo juntos é a chave para a intimidade conjugal. Porém, poucos casais conseguem mais do que uma mera convivência diária, e uma das razões pelas quais os cônjuges interagem tão pouco são suas atividades excessivas. Depois de passarem dias e até semanas envolvidos com o trabalho, muitos casais ficam surpresos e desapontados quando a intimidade física simplesmente não acontece satisfatoriamente.
Não é difícil perceber que muitos casais cometem o erro fatal de não gastar tempo de qualidade com seu cônjuge. Durante o namoro, eram românticos e dedicavam-se integralmente um ao outro. Mas, uma vez casados, parecem acreditar que o casamento irá cuidar de si mesmo sozinho.
Isso acontece porque depois de dizermos “sim”, parece que as atividades seculares da vida diária se intrometem no caminho do casamento romântico. Pagar as contas, ir ao shopping, cozinhar, limpar, jogar futebol com os amigos, fazer reparos na casa, cuidar das crianças, tudo isto é capaz de pressionar o casal a tal ponto que ficam sem tempo ou energia para desfrutarem um do outro.
Então, alguns conselhos são importantes quando você perceber que está diante do inimigo da falta de tempo:
a) Crie atividades que envolvam só vocês dois: separe um tempo semanal em que ambos possam sair juntos para um jantar, para um passeio ao ar livre, para a prática de esportes juntos, ou mesmo para ficar em casa, assistir a um filme, mas só o casal. Não precisa ser nada sofisticado, basta que seja um momento para ficarem a sós. Se for o caso, peça para alguém cuidar das crianças para vocês: pode ser a avó, um tio, ou algum amigo de confiança.
b) Desligue a TV mais cedo, saia da internet, e crie um tempo para simplesmente mostrar interesse por seu cônjuge: ajude sua esposa a dar banho nos filhos, preparem a refeição juntos, leiam um livro juntos, ajude seu marido a cuidar do jardim, e envolvam-se em atividades de amizade! Seu casamento é a amizade mais importante de sua vida – mantenha-a viva e animada.
Nunca se esqueça de que o casamento é um compromisso que envolve prioridades. Se seu trabalho é sua prioridade, você terá tempo para ele. Se a prioridade são os esportes, notícias, amigos, televisão ou internet, você também terá tempo para essas coisas. Escolha o que é mais importante para você – seu relacionamento com seu cônjuge – e invista tempo nisso!
Casamentos dirigidos por Deus devem aprender a estabelecer limites em suas atividades rotineiras a fim de preservar seu tempo juntos, buscando razões para se aproximar ao invés de arrumar desculpas para permanecerem distantes.
2. Infidelidade
Uma recente pesquisa sobre comportamento sexual mostra que 20 por cento das mulheres e mais de 35 por cento dos homens já foram infiéis pelo menos uma vez aos seus cônjuges (“Sex in Marriage”, 1994, pag. 105). Outra pesquisa aponta que o adultério é tão comum entre cristãos quanto entre não cristãos. A revista Cristianismo Hoje (“Christianity Today”) descobriu que 23 por cento do seu público, na sua maioria cristão, admitia já ter praticado relações sexuais extraconjugais.
Poucos problemas matrimoniais são mais devastadores do que a infidelidade. Muitos dirão: “Posso suportar qualquer coisa, mas não me peça para permanecer casado com uma pessoa que me traiu!”
Mais do que os danos físicos – como a transmissão de doenças contagiosas e abalo psicológico – o adultério pode causar a morte espiritual. Tiago 1:15 escreve sobre isso quando afirma: “Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte”. A infidelidade inevitavelmente leva à derrota espiritual.
Muitos dos que se divorciam acreditam que “a segunda chance será melhor do que a primeira”. Mas as estatísticas dizem exatamente o contrário. Cerca de quarenta a cinqüenta por cento dos primeiros casamentos termina em divórcio, mas o número de separações aumenta para sessenta por cento, quando o assunto é o segundo casamento. E setenta e cinco por cento dos terceiros casamentos também acabam em divórcio! Vivemos em uma época em que as pessoas vivem uma utopia, desejando um cônjuge perfeito e um sentimento eufórico de amor que dure para sempre. Porém, as pesquisas dizem que as maiores chances de alguém encontrar a felicidade é aprendendo a viver com a pessoa com quem ele ou ela é casado.
A melhor maneira de evitar que o mal do adultério alcance o seu casamento começa com a superação dos sentimentos de desaprovação em relação ao seu cônjuge, bem como os sentimentos que porventura ameacem surgir em sua mente em relação às outras pessoas. Para conseguir isso, o principal segredo está na oração. Nós subestimamos o poder da oração: “A oração do justo muito pode por sua eficácia” (Tiago 5:16). Será que Cristo não pode restaurar o brilho da sua relação antes que as luzes se apaguem? Será que Aquele que tem domínio sobre todos os seres criados não pode ajudá-lo a vencer seus próprios sentimentos?
Se ainda assim os sentimentos não forem embora, busque aconselhamento. Converse com pessoas idôneas, de confiança, e com uma boa experiência espiritual. Revele seu dilema e esteja aberto a ouvir o que essa pessoa tem a dizer.
Além disso, outra medida inadiável a ser tomada é afastar-se tanto quanto possível da tentação. Se a tentação é uma pessoa específica, remova-a de sua rotina: se almoçam no mesmo restaurante, mude de restaurante, mude o horário de almoço. Se freqüentam a mesma igreja, passe a freqüentar outra. Cristo pode ajudá-lo a combater esse inimigo. Confie nEle, mas faça sua parte!
3. Dívidas
Um outro astuto inimigo do casamento são as finanças. Não que elas sejam más em si mesmas, mas as divergências sobre como gastar o dinheiro, sobre quem decide em quê gastar, e quem possui mais habilidade para lidar com a área financeira são coisas capazes de prender um casal na gaiola do dinheiro. I Timóteo 6:10 afirma: “Porque o amor ao dinheiro é a raiz de todo mal; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos atormentaram com muitas dores”. Quando permitimos que o dinheiro se coloque entre nós e nosso cônjuge, estamos de fato nos afastando.
Por isso, aqui estão algumas dicas que podem ajudá-lo a se lembrar de que seu cônjuge deve estar acima das coisas materiais, e que as decisões sobre o dinheiro devem ser tomadas em conjunto. Além disso, a maneira como gastamos nosso salário é mais importante para alcançar a estabilidade financeira do que quanto ganhamos no final de cada mês.
a) Tente descobrir se as finanças não são apenas uma parte da equação. Talvez a segurança e a necessidade de controle sejam os verdadeiros problemas. Muitos casais descobrem que o dinheiro está simplesmente amarrado a alguma outra pendência no relacionamento. Ao invés de ficar irritado, reconheça que as brigas em torno do dinheiro podem ter sua origem vinculada a outros problemas.
b) Entenda qual é a contribuição – financeira ou não – que cada cônjuge faz para o lar, e reconheça o papel dele ou dela quando o assunto é decidir acerca do dinheiro. Muitas mulheres cristãs vêem-se amedrontadas e silenciadas quando o assunto é dinheiro, porque não trabalham fora do lar, ou porque realizam um trabalho cujo rendimento é muito pequeno se comparado ao do marido. Essa atitude é um veneno mortal para o casamento. Em um lar cristão, aquele que permanece em casa desempenha um papel extremamente importante, mesmo que a sociedade não o reconheça com qualquer forma de pagamento. Compreenda o papel único que seu cônjuge desempenha para o bem estar de sua família e dê a ele ou ela igual poder de decisão quanto à área financeira.
c) Estabeleça algumas regras financeiras básicas. Depois que tiverem feito algum progresso nas duas primeiras dicas, é hora de fixar alguns limites e, para isso, os dois precisam se comprometer. Nenhum de vocês vai ter tudo aquilo que gostaria, mas ambos terão pelo menos um pouco do que desejam. Decidam sobre regras como “se alguma coisa custar mais do que X reais, devemos consultar um ao outro antes de comprá-la”, e estabeleçam uma quantia de dinheiro que poderá ser livremente gasta por cada um mensalmente. É ideal que esse valor seja equivalente para ambos.
d) Estabeleçam alvos financeiros juntos. Ao invés de olhar para as finanças como um assunto no qual discordam, escolham alvos pelos quais possam lutar juntos. Trabalhar lado a lado para economizar para a compra da casa própria ou para adquirir um novo carro, ou mesmo economizar um pouco para fazer uma sonhada viagem irá aproximá-los mais e mais e os ajudará na superação suas diferenças.
4. Sogros
O casamento é visto como um ato de deixar e separar, mas normalmente é muito difícil para os pais aceitarem isso. Nos primeiros anos do casamento (e para alguns, infelizmente, o tempo é muito maior) os pais têm a tendência de oferecem um grande número de conselhos – e esperam que seus filhos sigam cada sugestão ou pedido feito por eles. Apesar de em alguns momentos esses conselhos podem ser solicitados pelo jovem e inexperiente casal, os pais e seus filhos precisam saber reconhecer a necessidade de estabelecer limites.
É normal para o cônjuge tentar ser aceito pelos pais de seu esposo/sua esposa. Mas, achar que a pessoa precisa ser aceita pode trazer complicações, fazendo com que ele/ela se encontre numa situação muito desconfortável.
Já alguns maridos e esposas recém casados acham que serão amados e aceitos pelos parentes de seus cônjuges apenas pelo fato de terem se casado com ele/ela. Isso pode acontecer, mas normalmente é preciso tempo para que se estabeleça a confiança e o respeito. Da mesma forma que é preciso tempo para desenvolver relacionamentos, ser aceito numa família não acontece instantaneamente.
Outra fonte de problemas é quando há esperanças irreais. Muitos pais são, inicialmente, super-protetores de seus filhos, ou têm expectativas irreais que nenhum cônjuge é capaz de cumprir no começo.
E esse relacionamento fica ainda mais complicado quando um cônjuge parece tomar partido com seus pais e contra seu/sua companheiro (a). Ele/ela se sente em desvantagem numérica.
Diante dessa situação, esse relacionamento não parece muito agradável e tranqüilo. Parece até que essa relação com a família de seu cônjuge é um fardo a carregar. Talvez você esteja passando por esse problema, ou esteja diante de uma encruzilhada entre tentar agradar os pais de seu cônjuge (ou evitar ofendê-los) de um lado, e do outro, buscando ser você mesmo, ou conquistar seu próprio espaço.
Relacionamento com a família de seu cônjuge é uma ligação mais íntima do que apenas o DNA. Estamos falando de reuniões familiares, avós desejando passar tempo com os netos, a responsabilidade de cuidar de pais já muito idosos, e visitas aos lares em feriados e ocasiões especiais. Se você se preparar para a possibilidade de se encontrar frequentemente com a família de seu cônjuge, você pode se colocar numa posição melhor para mudar a sua própria atitude.
Em primeiro lugar, como cristão, você deve apresentar perante os parentes e, principalmente, os pais de seu cônjuge, um caráter que seja cristão – assim como você deve agir quando se relaciona com qualquer outra pessoa. Isso não é ignorar a realidade de que seus sogros seja pessoas “difíceis”, controladoras e manipuladoras, ou tenham problemas emocionais, ou mesmo que não partilhem de sua fé. Com certeza isso deixa a situação ainda mais complicada. O problema é que eles não são simplesmente qualquer pessoa. Eles estão ligados ao seu cônjuge por meio da genética, da história, e por fatores psicológicos complexos.
Em segundo lugar, como cristãos, devemos nos lembrar de que um dos mandamentos trata de “honrar” pai e mãe (Ex. 20:12). Isso exige que demonstremos paciência, bondade, respeito e cortesia por eles. Isso também se aplica aos pais do seu cônjuge. Mesmo que você não goste deles, você precisa fazer a escolha racional de agir de uma maneira amorosa para com eles.
Só que isso não quer dizer que você deve submeter todos os seus sentimentos, desejos, preferências, e necessidades para fazer as coisas do jeito deles. Nem significa permitir que eles desrespeitem, controlem ou manipulem você para obter os objetivos deles. Muito menos implica em obedecer “cegamente” todos os pedidos e ordenanças que eles façam – o que, com alguns sogros, pode ser algo quase impossível.
Você deve buscar manter os limites desse relacionamento. Agora, há coisas que você pode fazer para lidar bem com os parentes, e pais, de seu cônjuge.
Primeiramente, procure ter uma atitude de otimismo, e procure maneiras de melhorar o relacionamento com eles. Isso pode ser se interessar pelo que seu sogro gosta, ou sair para ir ao shopping com sua sogra, ou passear um domingo com eles. O importante é que você demonstre interesse em construir essa relação.
Outra coisa é não competir, ou demonstrar atitude de competição, com a família dele/dela. Essa situação não é uma disputa para ver quem é o mais forte, ou quem sai vencedor. Se um dos dois lados sair vencedor, os dois perderão.
Uma boa maneira de olhar as coisas desse jeito é mudando a perspectiva, e se concentrando nos aspectos positivos, desenvolvendo uma atitude mais otimista. E isso não significa achar que tudo está bem, tudo está bom. Significa aceitar a realidade como ela é, e usufruir das coisas boas que ela oferece.
5. Ressentimento
Ressentimento significa sentimentos ruins, raiva, espírito ofendido, mau temperamento, vontade doentia, rancor, amargura, mau humor, orgulho ferido, frustração, descontentamento, hostilidade.
Ele aparece quando não expressamos nosso sentimento de uma maneira correta, ou não expressamos de maneira nenhuma, e isso afeta negativa a nós mesmos e aos que estão ao nosso redor.
No casamento, ele aparece quando ficamos com raiva porque achamos que nosso cônjuge está agindo errado com você repetidamente, e isso pode envenenar o casamento. Uma psicóloga clínica e familiar, Patrícia Pitta, afirma que o ressentimento distancia o casal, matando os sentimentos de intimidade, de atração e de amor do casamento.
É algo muito fácil perder de vista o quadro maior, e ficar obcecado acerca de como as coisas “deveriam” ter acontecido, e de como o cônjuge “deveria” ter tratado você.
Muitos cônjuges carregam pesadas malas cheias de lembranças do casamento que provocam ira e ressentimento. De tempos em tempos, eles abrem essas malas, e relembram de cada situação na qual eles acham que foram tratados injustamente.
Olhando para sua vida, você tem guardado ressentimento contra seu cônjuge? Por exemplo, se você recebeu uma grande promoção em seu trabalho, e parecia que você estava subindo rapidamente a escada do sucesso. Mas, para conseguir a promoção, você precisava se mudar para outro estado. Quando você comentou isso com seu cônjuge, ele/ela se recusou completamente a se mudar, por isso vocês tiveram que continuar morando no lugar em que estavam, pois você não queria ser mais um número nas estatísticas do divórcio. Já se passaram anos, e você ainda mantém no fundo do seu coração o ressentimento guardado.
Manter a ira e o ressentimento controlados não produzem um casamento cristão que dura a vida inteira, que é o seu objetivo. E, na situação que citamos, vale a pena considerar que, apesar de todos desejarem avançar na carreira, e fazer mais dinheiro, ou ter um sentimento de realização, será que seu casamento e sua família não deveriam ser sua principal prioridade?
Quando você pensa em todas as oportunidades perdidas, será que isso é apenas um sentimento guardado, ou você se vê trazendo o assunto à tona quase sempre que vocês dois discutem?
Sempre que a pessoa se concentra apenas na raiva, no ressentimento, na culpa, e na vingança, ela está apenas ferindo a si mesma. No processo, ela tem o risco de experimentar problemas de saúde, ter dificuldades para dormir, ter depressão, ir abrindo brechas no relacionamento, e até passar por agitação diária.
Como evitar isso? Como alcançar paz de espírito? Como você pode lidar com seus problemas de raiva e de ressentimento das lembranças do seu casamento? Como você pode criar um casamento pacífico agora?
A resposta está em abrir mão do ressentimento e praticar o perdão. Você não vai conseguir mudar o que aconteceu, e você não vai poder controlar o que seu cônjuge escolhe fazer. Mas, você pode controlar a maneira como você vai responder a essas situações. Sem o perdão, a sua vida se torna um ciclo interminável de ira, ressentimento e retaliação.
É praticamente impossível uma vida isenta de inimigos. Prova disso é que o próprio Jesus enfrentou a oposição de muitos em sua época – e Ele nunca havia se comportado de maneira a instigar inimizades. O relacionamento conjugal também encara alguns perigosos adversários. É importante identificá-los a fim de se descobrir quais os meios mais eficazes para combatê-los. A lista é vasta: infidelidade, solidão, desrespeito, senso de valor-próprio destruído, falhas na comunicação, mediocridade, vazios emocionais, decepções, egoísmo, ausência de limites, mentiras, dívidas, falta de tempo, valores espirituais diferentes, e inúmeros outros.
Quais os inimigos que seu casamento enfrenta? É possível identificá-los? Através de quais brechas eles tem se infiltrado em seu relacionamento conjugal? Há alguma maneira de combatê-los? Aqui vão alguns comentários úteis sobre os mais comuns:
1. Falta de tempo
Gastar tempo juntos é a chave para a intimidade conjugal. Porém, poucos casais conseguem mais do que uma mera convivência diária, e uma das razões pelas quais os cônjuges interagem tão pouco são suas atividades excessivas. Depois de passarem dias e até semanas envolvidos com o trabalho, muitos casais ficam surpresos e desapontados quando a intimidade física simplesmente não acontece satisfatoriamente.
Não é difícil perceber que muitos casais cometem o erro fatal de não gastar tempo de qualidade com seu cônjuge. Durante o namoro, eram românticos e dedicavam-se integralmente um ao outro. Mas, uma vez casados, parecem acreditar que o casamento irá cuidar de si mesmo sozinho.
Isso acontece porque depois de dizermos “sim”, parece que as atividades seculares da vida diária se intrometem no caminho do casamento romântico. Pagar as contas, ir ao shopping, cozinhar, limpar, jogar futebol com os amigos, fazer reparos na casa, cuidar das crianças, tudo isto é capaz de pressionar o casal a tal ponto que ficam sem tempo ou energia para desfrutarem um do outro.
Então, alguns conselhos são importantes quando você perceber que está diante do inimigo da falta de tempo:
a) Crie atividades que envolvam só vocês dois: separe um tempo semanal em que ambos possam sair juntos para um jantar, para um passeio ao ar livre, para a prática de esportes juntos, ou mesmo para ficar em casa, assistir a um filme, mas só o casal. Não precisa ser nada sofisticado, basta que seja um momento para ficarem a sós. Se for o caso, peça para alguém cuidar das crianças para vocês: pode ser a avó, um tio, ou algum amigo de confiança.
b) Desligue a TV mais cedo, saia da internet, e crie um tempo para simplesmente mostrar interesse por seu cônjuge: ajude sua esposa a dar banho nos filhos, preparem a refeição juntos, leiam um livro juntos, ajude seu marido a cuidar do jardim, e envolvam-se em atividades de amizade! Seu casamento é a amizade mais importante de sua vida – mantenha-a viva e animada.
Nunca se esqueça de que o casamento é um compromisso que envolve prioridades. Se seu trabalho é sua prioridade, você terá tempo para ele. Se a prioridade são os esportes, notícias, amigos, televisão ou internet, você também terá tempo para essas coisas. Escolha o que é mais importante para você – seu relacionamento com seu cônjuge – e invista tempo nisso!
Casamentos dirigidos por Deus devem aprender a estabelecer limites em suas atividades rotineiras a fim de preservar seu tempo juntos, buscando razões para se aproximar ao invés de arrumar desculpas para permanecerem distantes.
2. Infidelidade
Uma recente pesquisa sobre comportamento sexual mostra que 20 por cento das mulheres e mais de 35 por cento dos homens já foram infiéis pelo menos uma vez aos seus cônjuges (“Sex in Marriage”, 1994, pag. 105). Outra pesquisa aponta que o adultério é tão comum entre cristãos quanto entre não cristãos. A revista Cristianismo Hoje (“Christianity Today”) descobriu que 23 por cento do seu público, na sua maioria cristão, admitia já ter praticado relações sexuais extraconjugais.
Poucos problemas matrimoniais são mais devastadores do que a infidelidade. Muitos dirão: “Posso suportar qualquer coisa, mas não me peça para permanecer casado com uma pessoa que me traiu!”
Mais do que os danos físicos – como a transmissão de doenças contagiosas e abalo psicológico – o adultério pode causar a morte espiritual. Tiago 1:15 escreve sobre isso quando afirma: “Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte”. A infidelidade inevitavelmente leva à derrota espiritual.
Muitos dos que se divorciam acreditam que “a segunda chance será melhor do que a primeira”. Mas as estatísticas dizem exatamente o contrário. Cerca de quarenta a cinqüenta por cento dos primeiros casamentos termina em divórcio, mas o número de separações aumenta para sessenta por cento, quando o assunto é o segundo casamento. E setenta e cinco por cento dos terceiros casamentos também acabam em divórcio! Vivemos em uma época em que as pessoas vivem uma utopia, desejando um cônjuge perfeito e um sentimento eufórico de amor que dure para sempre. Porém, as pesquisas dizem que as maiores chances de alguém encontrar a felicidade é aprendendo a viver com a pessoa com quem ele ou ela é casado.
A melhor maneira de evitar que o mal do adultério alcance o seu casamento começa com a superação dos sentimentos de desaprovação em relação ao seu cônjuge, bem como os sentimentos que porventura ameacem surgir em sua mente em relação às outras pessoas. Para conseguir isso, o principal segredo está na oração. Nós subestimamos o poder da oração: “A oração do justo muito pode por sua eficácia” (Tiago 5:16). Será que Cristo não pode restaurar o brilho da sua relação antes que as luzes se apaguem? Será que Aquele que tem domínio sobre todos os seres criados não pode ajudá-lo a vencer seus próprios sentimentos?
Se ainda assim os sentimentos não forem embora, busque aconselhamento. Converse com pessoas idôneas, de confiança, e com uma boa experiência espiritual. Revele seu dilema e esteja aberto a ouvir o que essa pessoa tem a dizer.
Além disso, outra medida inadiável a ser tomada é afastar-se tanto quanto possível da tentação. Se a tentação é uma pessoa específica, remova-a de sua rotina: se almoçam no mesmo restaurante, mude de restaurante, mude o horário de almoço. Se freqüentam a mesma igreja, passe a freqüentar outra. Cristo pode ajudá-lo a combater esse inimigo. Confie nEle, mas faça sua parte!
3. Dívidas
Um outro astuto inimigo do casamento são as finanças. Não que elas sejam más em si mesmas, mas as divergências sobre como gastar o dinheiro, sobre quem decide em quê gastar, e quem possui mais habilidade para lidar com a área financeira são coisas capazes de prender um casal na gaiola do dinheiro. I Timóteo 6:10 afirma: “Porque o amor ao dinheiro é a raiz de todo mal; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos atormentaram com muitas dores”. Quando permitimos que o dinheiro se coloque entre nós e nosso cônjuge, estamos de fato nos afastando.
Por isso, aqui estão algumas dicas que podem ajudá-lo a se lembrar de que seu cônjuge deve estar acima das coisas materiais, e que as decisões sobre o dinheiro devem ser tomadas em conjunto. Além disso, a maneira como gastamos nosso salário é mais importante para alcançar a estabilidade financeira do que quanto ganhamos no final de cada mês.
a) Tente descobrir se as finanças não são apenas uma parte da equação. Talvez a segurança e a necessidade de controle sejam os verdadeiros problemas. Muitos casais descobrem que o dinheiro está simplesmente amarrado a alguma outra pendência no relacionamento. Ao invés de ficar irritado, reconheça que as brigas em torno do dinheiro podem ter sua origem vinculada a outros problemas.
b) Entenda qual é a contribuição – financeira ou não – que cada cônjuge faz para o lar, e reconheça o papel dele ou dela quando o assunto é decidir acerca do dinheiro. Muitas mulheres cristãs vêem-se amedrontadas e silenciadas quando o assunto é dinheiro, porque não trabalham fora do lar, ou porque realizam um trabalho cujo rendimento é muito pequeno se comparado ao do marido. Essa atitude é um veneno mortal para o casamento. Em um lar cristão, aquele que permanece em casa desempenha um papel extremamente importante, mesmo que a sociedade não o reconheça com qualquer forma de pagamento. Compreenda o papel único que seu cônjuge desempenha para o bem estar de sua família e dê a ele ou ela igual poder de decisão quanto à área financeira.
c) Estabeleça algumas regras financeiras básicas. Depois que tiverem feito algum progresso nas duas primeiras dicas, é hora de fixar alguns limites e, para isso, os dois precisam se comprometer. Nenhum de vocês vai ter tudo aquilo que gostaria, mas ambos terão pelo menos um pouco do que desejam. Decidam sobre regras como “se alguma coisa custar mais do que X reais, devemos consultar um ao outro antes de comprá-la”, e estabeleçam uma quantia de dinheiro que poderá ser livremente gasta por cada um mensalmente. É ideal que esse valor seja equivalente para ambos.
d) Estabeleçam alvos financeiros juntos. Ao invés de olhar para as finanças como um assunto no qual discordam, escolham alvos pelos quais possam lutar juntos. Trabalhar lado a lado para economizar para a compra da casa própria ou para adquirir um novo carro, ou mesmo economizar um pouco para fazer uma sonhada viagem irá aproximá-los mais e mais e os ajudará na superação suas diferenças.
4. Sogros
O casamento é visto como um ato de deixar e separar, mas normalmente é muito difícil para os pais aceitarem isso. Nos primeiros anos do casamento (e para alguns, infelizmente, o tempo é muito maior) os pais têm a tendência de oferecem um grande número de conselhos – e esperam que seus filhos sigam cada sugestão ou pedido feito por eles. Apesar de em alguns momentos esses conselhos podem ser solicitados pelo jovem e inexperiente casal, os pais e seus filhos precisam saber reconhecer a necessidade de estabelecer limites.
É normal para o cônjuge tentar ser aceito pelos pais de seu esposo/sua esposa. Mas, achar que a pessoa precisa ser aceita pode trazer complicações, fazendo com que ele/ela se encontre numa situação muito desconfortável.
Já alguns maridos e esposas recém casados acham que serão amados e aceitos pelos parentes de seus cônjuges apenas pelo fato de terem se casado com ele/ela. Isso pode acontecer, mas normalmente é preciso tempo para que se estabeleça a confiança e o respeito. Da mesma forma que é preciso tempo para desenvolver relacionamentos, ser aceito numa família não acontece instantaneamente.
Outra fonte de problemas é quando há esperanças irreais. Muitos pais são, inicialmente, super-protetores de seus filhos, ou têm expectativas irreais que nenhum cônjuge é capaz de cumprir no começo.
E esse relacionamento fica ainda mais complicado quando um cônjuge parece tomar partido com seus pais e contra seu/sua companheiro (a). Ele/ela se sente em desvantagem numérica.
Diante dessa situação, esse relacionamento não parece muito agradável e tranqüilo. Parece até que essa relação com a família de seu cônjuge é um fardo a carregar. Talvez você esteja passando por esse problema, ou esteja diante de uma encruzilhada entre tentar agradar os pais de seu cônjuge (ou evitar ofendê-los) de um lado, e do outro, buscando ser você mesmo, ou conquistar seu próprio espaço.
Relacionamento com a família de seu cônjuge é uma ligação mais íntima do que apenas o DNA. Estamos falando de reuniões familiares, avós desejando passar tempo com os netos, a responsabilidade de cuidar de pais já muito idosos, e visitas aos lares em feriados e ocasiões especiais. Se você se preparar para a possibilidade de se encontrar frequentemente com a família de seu cônjuge, você pode se colocar numa posição melhor para mudar a sua própria atitude.
Em primeiro lugar, como cristão, você deve apresentar perante os parentes e, principalmente, os pais de seu cônjuge, um caráter que seja cristão – assim como você deve agir quando se relaciona com qualquer outra pessoa. Isso não é ignorar a realidade de que seus sogros seja pessoas “difíceis”, controladoras e manipuladoras, ou tenham problemas emocionais, ou mesmo que não partilhem de sua fé. Com certeza isso deixa a situação ainda mais complicada. O problema é que eles não são simplesmente qualquer pessoa. Eles estão ligados ao seu cônjuge por meio da genética, da história, e por fatores psicológicos complexos.
Em segundo lugar, como cristãos, devemos nos lembrar de que um dos mandamentos trata de “honrar” pai e mãe (Ex. 20:12). Isso exige que demonstremos paciência, bondade, respeito e cortesia por eles. Isso também se aplica aos pais do seu cônjuge. Mesmo que você não goste deles, você precisa fazer a escolha racional de agir de uma maneira amorosa para com eles.
Só que isso não quer dizer que você deve submeter todos os seus sentimentos, desejos, preferências, e necessidades para fazer as coisas do jeito deles. Nem significa permitir que eles desrespeitem, controlem ou manipulem você para obter os objetivos deles. Muito menos implica em obedecer “cegamente” todos os pedidos e ordenanças que eles façam – o que, com alguns sogros, pode ser algo quase impossível.
Você deve buscar manter os limites desse relacionamento. Agora, há coisas que você pode fazer para lidar bem com os parentes, e pais, de seu cônjuge.
Primeiramente, procure ter uma atitude de otimismo, e procure maneiras de melhorar o relacionamento com eles. Isso pode ser se interessar pelo que seu sogro gosta, ou sair para ir ao shopping com sua sogra, ou passear um domingo com eles. O importante é que você demonstre interesse em construir essa relação.
Outra coisa é não competir, ou demonstrar atitude de competição, com a família dele/dela. Essa situação não é uma disputa para ver quem é o mais forte, ou quem sai vencedor. Se um dos dois lados sair vencedor, os dois perderão.
Uma boa maneira de olhar as coisas desse jeito é mudando a perspectiva, e se concentrando nos aspectos positivos, desenvolvendo uma atitude mais otimista. E isso não significa achar que tudo está bem, tudo está bom. Significa aceitar a realidade como ela é, e usufruir das coisas boas que ela oferece.
5. Ressentimento
Ressentimento significa sentimentos ruins, raiva, espírito ofendido, mau temperamento, vontade doentia, rancor, amargura, mau humor, orgulho ferido, frustração, descontentamento, hostilidade.
Ele aparece quando não expressamos nosso sentimento de uma maneira correta, ou não expressamos de maneira nenhuma, e isso afeta negativa a nós mesmos e aos que estão ao nosso redor.
No casamento, ele aparece quando ficamos com raiva porque achamos que nosso cônjuge está agindo errado com você repetidamente, e isso pode envenenar o casamento. Uma psicóloga clínica e familiar, Patrícia Pitta, afirma que o ressentimento distancia o casal, matando os sentimentos de intimidade, de atração e de amor do casamento.
É algo muito fácil perder de vista o quadro maior, e ficar obcecado acerca de como as coisas “deveriam” ter acontecido, e de como o cônjuge “deveria” ter tratado você.
Muitos cônjuges carregam pesadas malas cheias de lembranças do casamento que provocam ira e ressentimento. De tempos em tempos, eles abrem essas malas, e relembram de cada situação na qual eles acham que foram tratados injustamente.
Olhando para sua vida, você tem guardado ressentimento contra seu cônjuge? Por exemplo, se você recebeu uma grande promoção em seu trabalho, e parecia que você estava subindo rapidamente a escada do sucesso. Mas, para conseguir a promoção, você precisava se mudar para outro estado. Quando você comentou isso com seu cônjuge, ele/ela se recusou completamente a se mudar, por isso vocês tiveram que continuar morando no lugar em que estavam, pois você não queria ser mais um número nas estatísticas do divórcio. Já se passaram anos, e você ainda mantém no fundo do seu coração o ressentimento guardado.
Manter a ira e o ressentimento controlados não produzem um casamento cristão que dura a vida inteira, que é o seu objetivo. E, na situação que citamos, vale a pena considerar que, apesar de todos desejarem avançar na carreira, e fazer mais dinheiro, ou ter um sentimento de realização, será que seu casamento e sua família não deveriam ser sua principal prioridade?
Quando você pensa em todas as oportunidades perdidas, será que isso é apenas um sentimento guardado, ou você se vê trazendo o assunto à tona quase sempre que vocês dois discutem?
Sempre que a pessoa se concentra apenas na raiva, no ressentimento, na culpa, e na vingança, ela está apenas ferindo a si mesma. No processo, ela tem o risco de experimentar problemas de saúde, ter dificuldades para dormir, ter depressão, ir abrindo brechas no relacionamento, e até passar por agitação diária.
Como evitar isso? Como alcançar paz de espírito? Como você pode lidar com seus problemas de raiva e de ressentimento das lembranças do seu casamento? Como você pode criar um casamento pacífico agora?
A resposta está em abrir mão do ressentimento e praticar o perdão. Você não vai conseguir mudar o que aconteceu, e você não vai poder controlar o que seu cônjuge escolhe fazer. Mas, você pode controlar a maneira como você vai responder a essas situações. Sem o perdão, a sua vida se torna um ciclo interminável de ira, ressentimento e retaliação.
Talvez seu cônjuge tenha feito algo que passou dos limites, e você disse que tinha lhe perdoado. Mas você constantemente sente a necessidade de trazer à tona o quão prejudicado (a) você foi. Abra mão da raiva, e pare de fazer o papel de vítima, se você já tomou a decisão de perdoar. Não fique jogando na cara do seu cônjuge o fato de que as coisas atualmente estão assim porque ele/ela não quis agir da maneira certa no passado.
Você decide perdoar para que possa parar de pensar no passado, e coloque toda a sua energia no presente. E você pratica o perdão para que se liberte dos efeitos maléficos do ressentimento.
Quando escolhe o perdão, você pode experimentar a paz da mente, e trazer um ambiente tranqüilo e seguro para o seu casamento. Você nunca terá um casamento tranqüilo até que você encontre a paz por você mesmo. E, para isso, você precisa da ajuda de Deus. Somente com Ele, e baseado no que Ele faz por você é que você será capaz de superar as situações que lhe complicam a vida.
Esses verdadeiros ataques do Inimigo ao casamento são capazes de trazer tristeza ao nosso coração. Deus, no entanto, fez provisões para que você possa permanecer firme diante das influências negativas que abalam seu relacionamento conjugal. Fortalecer os muros de um casamento não é simples, e requer obediência ao chamado de Deus para reconstruir.
Os desapontamentos, frustrações, e raiva deixam as emoções em ruínas, em um estado parecido com as muralhas destruídas de Jerusalém. Mas Deus ouve seu clamor, assim como ouvir ao clamor dos hebreus cativos. Deus o convida a reconstruir os muros de seu casamento. Este é um chamado para a intimidade conjugal que possa construir altruísmo, confiança e respeito. É um convite para estender incondicionalmente a graça que Cristo oferece a você, ao seu cônjuge, e para investir tempo para curar as emoções feridas.
Zig Ziglar afirma: “Muitos casamentos seriam melhores se o marido e a esposa claramente compreendessem que estão do mesmo lado.” Pense nas equipes militares, ou nos times esportivos, que unem suas forças para combater o inimigo. Para a vitória, o foco no “eu” deve ser substituído pelo foco em “nós”. Esse compromisso incondicional transforma as ameaças ao casamento em um poderoso testemunho do livramento que glorifica a Deus.
Que Deus abençoe sua família,
quinta-feira, outubro 25, 2012
Deus Está Comprometido com o Caráter, Não com o Talento
O que você tem
nas mãos? Habilidade? Uma mente brilhante? Poder para influenciar as
outras pessoas? Eloqüência? Personalidade? Talento?
Jogue isso ao chão pode haver uma serpente aí!
Independentemente
de nossos talentos e habilidades pessoais, Deus está comprometido com o
caráter, não com o talento. Ele quer que sejamos totalmente dependentes
dele.
O que você tem
nas mãos? Permita que Deus o tenha. É possível que haja um pecadinho aí.
A vida de uma pequena serpente pode estar aí e você nem se dar conta
disso.
Devemos tomar
nossos dons quaisquer que possam ser e lançá-los aos pés de Jesus.
Deixemos que ele arranque a serpente, a carne deles e os devolva a nos.
Então, eles se tornam no poder de Deus em nossa vida.
Quando o
assunto é liderança, isso inclui até a "aprovação" das pessoas que você
lidera. Liderar pode ser algo solitário por vezes, e as divergências
parecem lazer parte do pacote da liderança.
Até Jesus teve
de conviver com divergências durante todo o seu ministério terreno e,
no final, ele foi perfeito. A maioria de nós deve esperar contar com
alguns problemas que irão surgir e que exigirão de nós ainda maior
renúncia ao longo do caminho.
Moisés não
tinha o estereótipo de um grande líder. Sua primeira tentativa de ajudar
seu povo levou-o ao assassinato, à rejeição por parte dos hebreus e a
uma frenética viagem para o deserto. Afirmar que ele foi completamente
mal compreendido pode ser uma afirmação incompleta. As divergências
ficavam mais evidentes quanto mais os israelitas marchavam pelo deserto.
Por fim, um
líder levita chamado Cora levantou-se com os 250 principais líderes
israelitas e publicamente desafiou a liderança de Moisés. Moisés caiu ao
chão e humildemente enterrou o rosto em terra, e Deus apareceu com uma
ira justificada e, no mesmo instante, sepultou Cora e seus
companheiros no ventre da terra.
Esses homens
não entendiam que o poder de Moisés vinha de sua humilde entrega de tudo
ao Senhor. Moisés também sabia o que era ser mal compreendido por sua
própria família.
Miriã e
Arão, sua irmã mais velha e seu irmão, até tentaram apoderar-se de sua
autoridade certa vez; entretanto, mais uma vez, Deus interveio e
resolveu a questão."(Números 16) Às vezes, aqueles que estão mais próximos de você sua própria família serão aqueles que irão compreendê-lo mal.
Por que Jessé
trouxe todos os seus filhos, exceto Davi, quando o profeta o chamou para
oferecer um sacrifício com todos os seus filhos (Números 12). Davi
escreveu: "Sei que sou pecador desde que nasci, sim, desde que me concebeu minha mãe"
(Sl 51.5). É interessante que esta seja a única menção à mãe de Davi na
Bíblia, além daquela em que ele pediu ao rei de Moabe um abrigo para
seu "pai e mãe" (1Sm 22.3).
Entregue Sua História ao Passado
Você já se
perguntou se Davi foi um filho ilegítimo? Talvez seu pai não o
considerasse como um de seus verdadeiros filhos. É apenas um
pensamento, mas, se for verdade, ele apenas reforça o poder da renúncia.
Este é o poder que ajudou Davi a deixar sua história no passado!
Sabia que Deus tomava os abatidos e ilegítimos e os transformava em filhos legítimos!
Você passou os
olhos pela aparência exterior e sondou o coração de Davi. Quando o jovem
Davi disse ao rei Saul que sairia ao encontro de Golias na batalha, ele
não se gabou: "Vejam quanto minha intenção é boa!" Ele nem
mencionou a funda e as cinco pedras lisas, nem o lalo de que tinha
"munição" suficiente para atacar (golias. Ele apenas disse: "O Senhor que me livrou das garras do leão e das garras do urso me livrará das mãos desse filisteu" (1 Sm 17.37).
Curiosamente, a
Amplíjied Version diz que Davi colocou as pedras na cesta!13 Ele não
iria para uma batalha; ele estava a caminho de um piquenique. Golias
gabava-se: "Vou comer seu almoço", mas nem imaginava o que havia na
cesta de Davi.
Davi estava
disposto a entregar-se renunciar a si mesmo à glória de Deus, e os
milagres aconteceram. (De certo modo, Davi foi o primeiro a acertar
Golias e fazer o gigante rolar!)
Extraído do livro Fontes Secretas de Poder de autoria de T. E TENNEY e TOMMY TENNEY
sexta-feira, setembro 28, 2012
Salvo pela gentileza!
Certo dia ao término do trabalho foi inspecionar a câmara frigorifica.
Inexplicavelmente, a porta se fechou e ele ficou preso dentro da câmara. Bateu na porta com força, gritou por socorro, mas ninguém o ouviu, todos já haviam saído para suas casas e era impossível que alguém pudesse escutá-lo.
Já estava quase cinco horas preso, debilitado com a temperatura insuportável.
De repente a porta se abriu e o vigia entrou na câmara e o resgatou com vida.
Depois de salvar a vida do homem, perguntaram ao vigia:
Porque foi abrir a porta da câmara se isto não fazia parte da sua rotina de trabalho?
Ele explicou: Trabalho nesta empresa há 35 anos, centenas de empregados entram e saem aqui todos os dias e ele é o único que me cumprimenta ao chegar pela manhã e se despede de mim ao sair.
Hoje pela manhã disse “Bom dia” quando chegou.
Entretanto não se despediu de mim na hora da saída.
Imaginei que poderia ter-lhe acontecido algo. Por isto o procurei e o encontrei…
Pergunta: Será que você seria salvo?
Como estão seus olhos?
Certa
vez uma senhora olhou as esposas de pastores de uma certa igreja,
estavam todas sentadas juntas, e comentou: “Olha só que coisa,
pensam que são melhores que as outras pessoas, não se
misturam!”
No mesmo dia, outra senhora vendo a mesma cena comentou: “Olha só que lindo! Todas as esposas sentadas juntas, isso que chamo de união!”
Em outra ocasião, a esposa do pastor estava bem arrumadinha e uma senhora comentou com a que estava a seu lado: “Olha só, sempre arrumadinha, quer aparecer…”
Uma jovem olhou para a mesma esposa e comentou: “Quero ser como ela! Mulher de Deus, linda por dentro e por fora.”
Um dia, mudaram os pastores daquela igreja e a nova esposa chegou para a reunião, mas ela não havia tido tempo de ir em casa se arrumar. A mesma senhora olha para a nova esposa e comenta com a amiga: “Olha só que coisa mais feia, que falta de consideração, nem se arrumou para vir à igreja. Envergonhando a Deus e ao marido dela!”
Uma jovem a olha e pensa: “Ela parece cansada, que Deus lhe dê forças.”
Sabe qual a moral da história?
“Se seus olhos forem bons, todo seu corpo será luminoso.”
“Os lábios falam do que está cheio o coração.”
“Diga-me com quem tu andas que te direi quem és.”
“Olhos podres, lábios podres. Olhos bons, lábios doces.”
No mesmo dia, outra senhora vendo a mesma cena comentou: “Olha só que lindo! Todas as esposas sentadas juntas, isso que chamo de união!”
Em outra ocasião, a esposa do pastor estava bem arrumadinha e uma senhora comentou com a que estava a seu lado: “Olha só, sempre arrumadinha, quer aparecer…”
Uma jovem olhou para a mesma esposa e comentou: “Quero ser como ela! Mulher de Deus, linda por dentro e por fora.”
Um dia, mudaram os pastores daquela igreja e a nova esposa chegou para a reunião, mas ela não havia tido tempo de ir em casa se arrumar. A mesma senhora olha para a nova esposa e comenta com a amiga: “Olha só que coisa mais feia, que falta de consideração, nem se arrumou para vir à igreja. Envergonhando a Deus e ao marido dela!”
Uma jovem a olha e pensa: “Ela parece cansada, que Deus lhe dê forças.”
Sabe qual a moral da história?
“Se seus olhos forem bons, todo seu corpo será luminoso.”
“Os lábios falam do que está cheio o coração.”
“Diga-me com quem tu andas que te direi quem és.”
“Olhos podres, lábios podres. Olhos bons, lábios doces.”
quarta-feira, setembro 26, 2012
O que acontecerá com aqueles que não estiverem portando o Zairyu Card, Cartão de Residente?
O que acontecerá com aqueles que não estiverem portando o Cartão do Residente – Zairyu Card?
A pessoa que não estiver portando este cartão, terá vários tipos de problemas.
DOCUMENTO DE PORTE OBRIGATÓRIO POR LEI
Todo estrangeiro com idade superior a 16 anos deverá sempre portar o Cartão do Residente- Zairyu Card. Será necessário apresentar à polícia ou ao funcionário da imigração todas as vezes que for solicitado.Penalidade em caso de não apresentação ou não porte do Zairyu Card
♦ A pessoa que se recusar apresentar
o Cartão do Residente será sentenciado com pena inferior a um ano de
prisão e deportado ou multa no valor inferior a 200.000 ienes.
♦ Se não estiver portando o Cartão do Residente quando solicitado, pagará uma multa no valor inferior a 200.000 ienes.
♦ Em caso de extravio do Cartão do Residente,
o portador terá um prazo de até 14 dias a partir da data que perceber a
perda, para solicitar a reemissão do documento no escritório de
imigração local.
Penalidade pelo atraso na solicitação de reemissão do Cartão do Residente
♦ Se não tomar as devidas providências,
será sentenciado com pena inferior a um ano de prisão ou multa no valor
inferior a 200.000 ienes e caso seja sentenciado à prisão, será
deportado.
PORTE OBRIGATÓRIO CONSTANTEMENTE
O Ministério da Justiça explica que, “no Cartão do Residente constarão informações importantes atualizadas dos estrangeiros e será uma forma do estrangeiro comprovar facilmente que possui o visto de permanência legal”.Significa que, em todos os aspectos da vida cotidiana, ou seja, quando o estrangeiro for alugar um imóvel, adquirir um telefone celular, abrir uma conta bancária etc, o Cartão do Residente será solicitado.
NECESSÁRIO TAMBÉM NA PROCURA DE EMPREGOS
Além disso, com esta nova reforma, um novo item foi acrescido no Cartão do Residente quanto à “Restrição ao trabalho” ou não, dependendo do tipo de visto será descrito um dos itens abaixo:
1) Sem restrições de trabalho.
2) Com restrições de trabalho / permissão somente para exercer atividades autorizadas pelo visto de permanência.
3) Sem permissão para trabalhar. Para poder trabalhar, será necessário obter autorização para exercer atividades além das qualificações do visto de permanência.
O Ministério da Justiça explica que o “Cartão do Residente facilitará
a verificação dos dados pelo empregador”. Está previsto em lei que o
empregador verifique se o estrangeiro a ser admitido possui o visto de “permissão de trabalho”, não podendo mais empregar trabalhadores cujos vistos já se encontram expirados ou dizer que não tinham conhecimento.2) Com restrições de trabalho / permissão somente para exercer atividades autorizadas pelo visto de permanência.
3) Sem permissão para trabalhar. Para poder trabalhar, será necessário obter autorização para exercer atividades além das qualificações do visto de permanência.
O empregador que violar a lei e admitir estrangeiros em situação irregular, será punido severamente. Isso significa que, mesmo quando um estrangeiro estiver à procura de um serviço temporário (arubaito), será necessário apresentar o Cartão do Residente para que o empregador verifique o tipo de visto com “restrições de trabalho ou não”, “permissão para exercer atividades, além das qualificações do visto de permanência”, data de vencimento de permanência etc.
Outras informações úteis poderão ser encontradas no site do governo japonês em lingua portuguesa neste link Aos Estrangeiros Residentes com permanência de Medio e Longo Período
Leitura recomendada:
Assinar:
Postagens (Atom)










