domingo, julho 17, 2011

A Igreja precisa trabalhar em equipe.



Ilustração:

Eram quatro irmãos que brigavam o tempo todo até mesmo por coisas de pouca importância. Seu pai, já com certa idade, se aborrecia ao ver os filhos discutindo o tempo todo, e temia pelo futuro de sua família.
Foi então que chamou seus filhos e pediu para que sentassem em fila, um ao lado do outro, e em seguida trouxe um feixe de varetas bem atado, entregou-o ao filho mais novo e disse:
- Tente quebrar esse feixe todo de uma só vez.
O menino tentou de todas as formas, mas não conseguiu. Então o pai foi passando o feixe a cada um dos filhos, para que tentassem quebrá-lo, mas por mais que tentassem, ninguém conseguiu.
Com um sorriso, o velho então cortou a corda que unia o feixe, e entregou as varetas ao filho mais novo, dizendo:
- Tente quebrá-las agora.
Quando a criança acabou de quebrar todas as varetas, o pai então comentou:
- Filhos, se vocês permanecerem unidos como o feixe que não conseguiram quebrar, jamais alguém poderá fazer mal a vocês! Mas se cada um pensar apenas em si mesmo, todos ficarão mais vulneráveis, como varetas que até uma criança consegue quebrar.
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Quando existe apenas competição, para que um ganhe, outros têm que perder. Já a colaboração se baseia nos princípios da unidade, do relacionamento, do respeito e do potencial para sermos vencedores, sem que necessariamente outros percam. Em um ambiente colaborativo, as pessoas são tratadas com valor e dignidade, o que nem sempre acontece em um ambiente de competição.
Sem dúvida que uma equipe de alto desempenho, em qualquer área de atuação, precisa ser competitiva, mas essa competição deve ocorrer do lado de fora, e não dentro da equipe.
Por isso, para se tornar cada vez mais competitiva, a equipe precisa de pessoas que colaborem, e não que compitam entre si. Não se esqueça:
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Deus quer que seus seguidores sejam unidos. Quando Jesus se preparou para sua própria morte, uma das primeiras coisas em sua mente foi a unidade dos seus discípulos: "Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra; a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste" (João 17:20-21). Aqueles que querem glorificar a Deus incentivarão esta unidade entre os crentes: "Assim, pois, seguimos as cousas da paz e também as da edificação de uns para com os outros" (Romanos 14:19). Como servos de Deus em comunhão com o Espírito Santo, deveremos trabalhar humildemente para manter a unidade: ". . . completai a minha alegria, de modo que penseis a mesma cousa, tenhais o mesmo amor, sejais unidos de alma, tendo o mesmo sentimento. Nada façais por partidarismo ou vangloria, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo. Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros" (Filipenses 2:2-4). Paulo deu a fórmula prática para esta paz quando escreveu à igreja dividida em Corinto: "Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis a todos a mesma cousa e que não haja entre vós divisões; antes, sejais inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer" (1 Coríntios 1:10).

Crer que a unidade é importante é uma coisa. Praticá-la é outra.

Sozinhos vamos mais rápido, mas juntos vamos mais longe, porque somos mais fortes.

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